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Brumado: Moradores de comunidade rural cobram bomba d'água levada pela prefeitura

Foto: Ilustrativa

Moradores da comunidade do Riachão, em Brumado, enfrentam problemas causados pela falta de água. A localidade, que fica na zona rural, não é atendida pela Embasa e os populares usam a água de um poço artesiano para as necessidades básicas. Na maior parte da casas da comunidade, os moradores usam água captada pelas cisternas para cozinhar, tomar banho e beber. Uma dessas famílias é a do aposentado Corinto Xavier. “A bomba foi levada para consertar pela equipe da prefeitura e até hoje não trouxe para o local. Estamos usando água da cisterna até a bomba aparecer”, disse ele. A cisterna da casa de Xavier capta água para outras pessoas que moram na residência, além dele e da companheira. “A água que nós temos aqui é uma aguinha pouca, da cisterna que cai da chuva. Vem da goteira, cai dentro da cisterna, aí nós vamos tirando com um balde para ir usando dentro de casa. Usar no banheiro, usar para lavar roupa, lavar prato. É o maior sofrimento para nós, né?", relatou. A preocupação das famílias do Riachão aumenta quando não chove na cidade. Nos períodos de estiagem, os moradores precisam comprar água para usar nas tarefas do dia-a-dia. “Se estiar a chuva, vai ter que comprar água. E as condições de dinheiro para comprar água são difíceis. Um caminhão de água, eles estão querendo duzentos reais. E um caminhão de água para tanta gente não dura tanto tempo”, avaliou Corinto. Os cerca de 40 moradores contam que a bomba já foi concertada várias vezes. No entanto, por ser uma boma antiga, ela quebra sempre. "Essa bomba é muito velha, não aguenta mais o consumo da comunidade", disse o aposentado. Em contado com o membro da pasta de Recursos Hídricos, Mardio David, ele afirmou que o equipamento é antigo. "Esta bomba já foi consertada várias vezes. E não tem como saber qual o problema, se eles não vierem aqui na Prefeitura". Segundo Mardio, já foi solicitada a troca do equipamento. "Solicitei da Secretaria uma bomba nova. A que estava lá, está queimada", afirmou. Ele ainda acrescentou que "o certo é me procurar para resolver o problema", disse o membro da Secretaria de Recursos Hídricos.

 



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