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Polícia encontra ossos e documentos que seriam de mulher morta pelo marido há 24 anos atrás

Foto: Reprodução l TV Centro América

Um homem está sendo acusado de ter matado a mulher há 24 anos atrás no município de Sinop, no Mato Groso. Segundo a Polícia, à época, a vítima tinha um filho de 10 anos de um relacionamento anterior, e um segundo filho de 8 anos, fruto do casamento com o suspeito. Conforme a Polícia, Jairo Narcísico da Silva, de 64 anos trabalha em um sítio, na Gleba Mercedes, em Sinop, e chegou acompanhado da atual mulher, Luzinete Leal Militão. Jairo disse ter matado a mulher no quarto do casal, enquanto ela dormia. Ele disse que usou uma barra de ferro para golpeá-la na cabeça. Entretanto, ao perceber que ela não havia morrido, ele a asfixiou. Depois, pegou o corpo de enterrou no banheiro que estava em construção, junto com os documentos pessoais da vítima. Logo após o crime, o suspeito registrou um boletim de ocorrência para comunicar o desaparecimento da mulher. No documento ele alegou abandono do lar. Na época, os registros eram feitos à mão e, como ainda não havia um campo para 'comunicante', o suspeito éra identificado como vítima. No caso, seria vítima de abandono. Algum tempo depois do crime, Jairo vendeu a casa. Por essa razão, a polícia aguardava uma decisão da Justiça para escavar o local indicado pelo suspeito, em busca dos restos mortais da vítima. Os atuais donos da casa moram fora do país. As pessoas que alugavam a casa deixaram o local na quinta-feira (1º) assim que souberam que a residência era o local de um crime. Os ossos e documentos que seriam de Luzinete, foram encontrados no final da manhã desta sexta-feira (2). Jairo procurou a polícia na terça-feira (30), para contar que havia matado a mulher, por ciúmes. Segundo peritos e a polícia, os ossos, uma bolsa e documentos de identidade estavam em um buraco, a 60 centímetros de profundidade, abaixo do piso do banheiro da casa. A ossada será encaminhada para perícia e DNA, que confirmará que se trata da vítima em questão. Os dois filhos da vítima acompanham os policiais. Muito abalados com o caso, eles não quiseram falar com a imprensa. Eles só ficaram sabendo do homicídio essa semana e, até então, acreditavam que a mãe havia abandonado a família, conforme Jairo alegava.

 



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