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Dez agrotóxicos mais consumidos não é monitorado pela Embasa nos municípios de Paramirim, Rio de Contas e mais 6 cidades da região

Foto: Luciano Santos l 97NEWS

Após divulgar nota técnica na quinta-feira (4), o Ministério Público da Bahia (MP-BA) apontou os impactos dos defensivos agrícolas em pelo menos 60 cidades da Bahia. Segundo o MP, os agrotóxicos utilizados nas bacias foram mapeados e comparados com as substâncias que são analisadas obrigatoriamente pela Empresa Baiana de Águas e Saneamento (Embasa), e pelos Serviços Autônomos de Água e Esgoto, que seguem determinação do governo federal. Ainda segundo o MP, no estudo somente 20% dos agrotóxicos usados na região estão sendo analisados pelos órgãos competentes. Os 80% restantes são pesticidas que não têm monitoramento obrigatório pela regra do Ministério da Saúde (MS). A pesquisa ainda identificou que dois princípios ativos cujo monitoramento é obrigatório não são verificados pela Embasa, como o Mancozebe e a Permetrina. O relatório apontou também que das seis regiões monitoradas, a pior foi a dos municípios de Botuporã, Paramirim, Rio de Contas, Tanque Novo, Caturama, Ibipitanga, Macaúbas e Rio do Pires. Nestas localidades, nenhum dos dez agrotóxicos mais consumidos é monitorado pela Embasa. A segunda pior região foi a de Jacobina, Morro do Chapéu, Umburanas, Várzea Nova, Mirangaba, Ourolândia, Miguel Calmon, Jaguarari, Andorinha e Campo Formoso, em que apenas um dos dez agrotóxicos mais usados é monitorado pela Embasa. O Ministério Público explicou que ainda não há um sistema vigente com o monitoramento dos agrotóxicos utilizados em todos as regiões da Bahia, mas a Adab implantará um em breve.  



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