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Polícia conclui que houve crime na morte de Gabriel Diniz

Foto: Whatsapp l 97NEWS

Em depoimento à Polícia, o pai do piloto morto no acidente afirmou que Gabriel Diniz não pegou carona, mas teve que pagar R$ 4 mil pelo voo fretado. O cantor sertanejo Gabriel Diniz morreu após um acidente aéreo na segunda-feira (27). Junto com ele, algumas vítimas foram encontradas, pois também faziam parte do voo na aeronave. A polícia investiga o caso e constatou que um crime foi cometido pelos responsáveis do voo. Segundo a investigação, a aeronave que caiu em Sergipe, não estava apta para fazer voos privados ou táxi aéreo. A ação se caracteriza crime, conforme publicado pela própria Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC). O crime está previsto no Artigo nº 261 do Código Penal, no caso de existirem vítimas. O avião em que estava Gabriel pertencia ao Aeroclube de Alagoas, sendo que duas das vítimas eram pilotos e diretores do clube. Por mais que o pai do piloto tenha defendido o filho, dizendo que Gabriel não pegou carona, pois a prática pode ser proibida também, a polícia investiga se houve ou não carona. O que está sendo concluído é que um dos pilotos era amigo de Gabriel e teria ido passar o fim de semana com ele em Salvador. Na volta, o piloto teria oferecido uma carona ao cantor. A aeronave foi fabricada em 1974 e tem capacidade para até quatro pessoas. O Piper Cherokee PA 28-180 estava cadastrado como “Privada – Instrução” na Anac, categoria na qual estão aeronaves utilizadas para “instrução, adestramento de voo por aeroclubes, clubes ou escolas de aviação civil“, conforme diz o Regulamento Brasileiro de Aviação Civil.



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