Um estudante passou mal após trocar socos com outro aluno dentro de uma escola pública da rede estadual de Livramento de Nossa Senhora. O fato foi registrado na última terça-feira (3), no Colégio Estadual João Vilas Boas, e terminou com a intervenção das autoridades e atendimento médico emergencial. A confusão envolveu um estudante maior de idade e outro menor, que precisou de cuidados médicos após o incidente. Segundo informou a direção da escola a imprensa local, o conflito foi rapidamente contido pela administração escolar, que tomou medidas imediatas para garantir a segurança dos envolvidos. A família do estudante menor, que possui um histórico de problemas cardíacos, foi acionada, e a escola solicitou o apoio do Conselho Tutelar e da Polícia Militar para mediar a situação e evitar que o conflito se agravasse. Logo após o incidente, o aluno menor começou a passar mal, possivelmente devido ao estresse da situação. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foi chamado e chegou prontamente ao local para prestar os primeiros socorros. O estudante foi atendido e, segundo informações, está sob observação. A escola informou que as ocorrências foram registradas e que os alunos envolvidos na briga serão submetidos a procedimentos administrativos.
Foto: Reprodução 













Segundo o órgão, foram bloqueados todos os 224.458 acessos no país. A suspensão foi cumprida após a Starlink, que atua na área de internet via satélite no Brasil, afirmar que o bloqueio seria realizado somente após a liberação das contas da empresa. Após a divulgação do comunicado no qual confirmou a medida, a empresa voltou atrás e decidiu suspender o X. Na semana passada, o ministro Alexandre de Moraes determinou o bloqueio das contas da Starlink no Brasil para garantir o pagamento de multas de R$ 18 milhões pelo descumprimento de decisões sobre o bloqueio de perfis de investigados pela Corte na rede social X. Em seguida, o ministro suspendeu a rede social no Brasil. 





Os principais pontos da resolução são a definição clara das responsabilidades das empresas de cosméticos; estabelecimento de um sistema de cosmetovigilância robusto, composto por pelo menos seis requisitos mínimos obrigatórios: coleta, avaliação, investigação e notificação de eventos graves. Cada empresa deverá indicar um profissional que será responsável pela vigilância; um prazo de notificação à Anvisa será definido; além da definição e implantação de medidas para reduzir riscos pelas empresas quando identificados problemas de segurança com os produtos cosméticos produzidos.












