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Área de queimada deste ano deve ser maior do que em 2015 na Chapada Diamantina

Foto: Reprodução

Mais de duas temporadas após o fogo que devastou mais de 20% da área do Parque Nacional da Chapada Dimantina, em 2015, o último período de incêndio, iniciado em março de 2017 e encerrado em fevereiro deste ano, queimou menos de 1% do parque e bateu recorde de menor área destruída. Para essa temporada de incêndio, tanto a direção do parque quanto os brigadistas, estão otimistas devido às ações de prevenção, como a observação constante da vegetação. Apesar da boa perspectiva, a chefe da área de preservação, Soraya Martins, aponta que o recorde da temporada passada não vai ser alcançado. “A gente já teve alguns incêndios nesse ano que superaram aquela área queimada. Como a nossa temporada vai até fevereiro, tem muito tempo para fechar o balanço”, ponderou. Martins, porém, aponta que a área queimada deve ser menor do que o percentual devastado em 2015. Para o secretário estadual de Meio Ambiente, José Geraldo dos Reis Santos, a redução dos incêndios tem relação com o trabalho de coordenação de educação ambiental realizado pelo governo em conjunto com o corpo de bombeiros. Apesar do otimismo, o brigadista voluntário Paulo Medeiros, afirma que o estado é de alerta.

 

Efetividade e agilidade no combate

Quando a prevenção não é suficiente, o ideal é combater com rapidez. A observação do Parque Nacional da Chapada Diamantina é fundamental para a mobilização rápida dos brigadistas, o que permite com que o fogo seja contido com danos menores à fauna e à flora. Instalados após a criação de um planejamento participativo elaborado em 2016, os três mirantes permitem que os brigadistas mantenham observação constante de uma grande área do parque.

“Quando avistamos fumaça, nos comunicamoscom a base no parque e a gente se mobiliza para o combate”, esclareceu a chefe do parque, Soraya Martins.

Ação Unificada

No momento de combater o fogo, a ação unificada é de extrema importância tanto para chegar mais rápido ao foco, quanto para debelar as chamas. Brigasdistas buscam trabalhar em conjunto. “O comando do fogo é um só, é um comando unificado”, explica a chefe do Parque Nacional da Chapada Diamantina.

Os voluntários são fundamentais para combater o fogo no parque. “Eu tenho certeza que o trabalho das brigadas voluntárias é fundamental para atingir os índices que a gente tem conseguido”, reconheceu Martins.

Brigadistas reclamam de apoio do governo

Apesar da gestão estadual afirmar que atua em conjunto com as brigadas e os órgãos ambientais, como o próprio ICMBio, os voluntários apontam falta de apoio por parte do governo. De acordo com André Valadão, voluntário da Brigada de Resgate Ambiental de Lençóis, o auxílio do governo é pouco eficaz porque os equipamentos entregues às brigadas são de baixa qualidade.

O apoio maior vem de empresários locais. “A gente atua com a arrecadação da visitação e as doações permitem que a gente compre equipamentos para combater as chamas quando elas se iniciam”, explica Paulinho Medeiros, voluntário da brigada do Vale do Capão, região constantemente afetada pelos incêndios.



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