ÚLTIMAS NOTÍCIAS:

Brumado: Denúncia aponta suposta diferença em pagamentos do transporte escolar e cobra explicações da Prefeitura

Brasil reduz índices de reprovação, abandono e atraso, diz Censo escolar

Homem é preso suspeito de tentar explorar sexualmente adolescente na zona rural de Livramento de Nossa Senhora

Prefeitura de Brumado antecipa salários e injeta R$ 10 milhões na economia local

24º BPM recebe kit de aplicativo tático para reforçar atuação operacional em Brumado

Policia registra queda dos roubos e furtos nos eventos do São João da Bahia 2026

Vídeo de cantor com público reduzido em São João da Bahia viraliza e gera onda de apoio nas redes

Homem é levado à delegacia após ser flagrado com celulares durante festa junina em Presidente Jânio Quadros

Mulher desarma ex-companheiro após ameaças de morte e disparo de arma em Guanambi

Idoso morre após ser atropelado por motocicleta conduzida por adolescente em Livramento de Nossa Senhora

Brumado: Condenado por assalto de quase meio milhão é capturado após ação de inteligência da PM

Brumado: Adolescente fica ferido após colisão entre moto e caminhonete no Bairro Dr. Juracy


Educação: Reajuste de piso pode não chegar a professores baianos

Foto: Reprodução

O reajuste de 6,81% no salário dos professores terá um impacto negativo nas contas dos municípios baianos e pode não ser repassada, segundo o presidente da União dos Municípios Baianos (UPB), Eures Ribeiro. A portaria publicada nesta quinta-feira (28) pelo Ministério da Educação foi recebida com olhos receosos pelas prefeituras baianas que já estão com dificuldades para fechar as contas e aguardam o depósito emergencial do Auxílio Financeiro aos Municípios pelo Governo Federal que não será mais repassado. “Existem municípios que já estão com 100% dos recursos da Fundeb comprometidos com salário de professores e não se faz educação só pagando salário”, argumentou Eures Ribeiro. A medida, para Rui Oliveira, presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado da Bahia (APLB), quer garantir redução da jornada de trabalho para os professores, além de reajustar os salários que ainda estão fora da regulamentado. Segundo o professor, 95% dos municípios não pagam o piso. Eures Ribeiro rebate o dado dizendo que 70% das cidades pagam a quantia, mas caso os investimentos na educação não sejam elevados, 100% dos municípios baianos passarão a não pagar o piso. 



Comentários

    Nenhum comentário, seja o primeiro a enviar.

Deixe seu comentário