ÚLTIMAS NOTÍCIAS:

Bahia registra alta de casos de SRAG em crianças e entra em nível de alerta, aponta Fiocruz

CIPRv recupera veículo com restrição durante fiscalização na BA-262 em Brumado

Deputado Vitor Bonfim manifesta solidariedade à prefeita Joanina Sampaio após ataque a tiros na BA-152

Prefeita de Livramento de Nossa Senhora escapa de atentado a tiros na BA-152

Acidente na Ponte do Bairro São Félix trava trânsito e reacende críticas à imprudência em Brumado

Idoso morre após ataque de abelhas na zona rural de Brumado

Rotary Club de Brumado participa de seminário de liderança no Oeste Baiano e reforça compromisso com impacto social

Tragédia na Chapada Diamantina: acidente na BA-148 deixa oito mortos e três feridos

Condenado por homicídio há 25 anos é colocado em liberdade após decisão judicial em Brumado

Caminhão sem freios utiliza área de escape e evita acidente na BA-142, em Ituaçu

Agricultor desaparece após viagem a Brumado para resolver pendência no INSS


Bahia: Seis anos após início, obras de construção da FIOL Oeste-Leste não chegam a 30% do previsto

Foto: Antonio Carlos l TV Oeste

As obras de construção da Ferrovia Oeste-Leste (FIOL), que começaram em 2011, ainda não chegaram a 30% do previsto para os lotes do oeste da Bahia, seis anos após início das obras. A informação é da Valec Engenharia, Construções e Ferrovias S.A, empresa pública vinculada ao Ministério dos Transportes, responsável pelo empreendimento. Ainda segundo a empresa, a construção não foi concluída por falta de verbas. A Fiol vai ligar Figueirópolis, no Tocantins, ao porto de Ilhéus, no sul da Bahia. Conforme o projeto, serão 1.526 km de extensão. Na Bahia, as obras da Fiol são divididas em FIOL 1 (Ilhéus/ Caetité) e FIOL 2 (Caetité/ Barreiras). Dos 12 lotes da obra, oito passam pela Bahia, sendo três deles na região oeste, onde a ferrovia é uma esperança para o escoamento de grãos. Conforme a Valec, aprevisão do custo total da ferrovia na Bahia é de R$ 6,4 bilhões. Os outros cinco lotes se dividem entre as cidades de Brumado e Caetité, no sudoeste do estado, e Ilhéus. Nesse trecho, a obra já chegou a 71,8% do total. No canteiro de obras no oeste da Bahia, muitas máquinas e tratores estão parados. O trabalho feito na região tem sido de terraplanagem e compactação do solo. 

No canteiro de obras no oeste da Bahia, muitas máquinas e tratores estão parados.

Em 2011, quando a ferrovia começou a ser construída, mais de 500 funcionários trabalhavam no local, enquanto hoje só tem 100. Em 2013, em um seminário de lançamento da Ferrovia, em Barreiras, a Valec e o governo do estado anunciaram que a obra toda estaria pronta em 2014. Contudo, com a falta de dinheiro, a obra praticamente travou e o ritmo de construção foi diminuindo. O término da construção do lote sete, que possui 160 Km de extensão e passa por São Desidério, Barreiras e Santa Maria da Vitória, estava previsto para agosto deste ano. Contudo, apenas parte da terraplanagem foi feita e, mesmo assim, segundo a empresa responsável, o serviço não passa de 23% do previsto. Quando concluída, a FIOL deve reduzir os custos de transporte de grãos, álcool e minérios destinados ao mercado externo. Quanto ao mercado interno, segundo a Valec, a ferrovia deve provocar estímulos, à medida que oferecerá custos menores para as trocas dos produtos regionais. A Fiol é uma obra do Governo Federal, e o Governo da Bahia é agente fomentador do processo de concessão da ferrovia. Por meio de nota, o governo da Bahia informou que vem trabalhando no sentido de mobilizar e encontrar soluções para continuar as obras na Bahia.

A FIOL deve reduzir os custos de transporte de grãos, álcool e minérios destinados ao mercado externo.


Comentários

    Nenhum comentário, seja o primeiro a enviar.

Deixe seu comentário