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Preso envolvido em fraude milionária da 'pirâmide financeira' na região sudoeste da Bahia

(Foto: Divulgação)

Um dos acusados de envolvidos num esquema fraudulento de pirâmide financeira, que lesou milhares de pessoas, em todo país, e rendeu mais de R$ 200 milhões aos estelionatários, Alessandro Almeida Gouveia, primo de um dos líderes do esquema, foi preso na manhã desta terça-feira (19), em Itabuna por policiais civis. O delegado Humberto Mattos, titular da Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos (DRFR/Itabuna), cumpriu o mandado de prisão de Alessandro que era procurado por ocultar bens da quadrilha, adquiridos com o dinheiro proveniente do golpe. Para tanto, utilizava uma procuração em nome do primo, Danilo Santana Gouveia, que está foragido. Há duas semanas, a polícia recuperou R$ 920 mil que estavam depositados na conta de Edilane Alves de Oliveira, sogra de Danilo. O valor recuperado foi depositado em uma conta judicial e ficará à disposição da Justiça Criminal para possível reparação dos prejuízos causados as vítimas. A ação que resultou na recuperação do montante é uma continuidade da Operação Gizé, deflagrada pelos departamentos de Crimes Contra o Patrimônio (DCCP) e de Polícia do Interior (Depin), em agosto deste ano, e que cumpriu 10 mandados de busca e apreensão, em Itabuna. As investigações que levaram a desarticulação da fraude, contaram com o apoio de equipes coordenadas pelos delegados Delmar Bittencourt, do DCCP, André Aragão, da 6ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin/Itabuna), Katiana Amorim, da DT/Itabuna, e Oscar Neto, do Laboratório de Lavagem de Dinheiro (Lab), da Secretaria da Segurança Pública (SSP).



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