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'Nem sei se serei candidato em 2018', afirma Lula

Lula chega a Salvador e fará encontro com movimentos sociais na tarde desta quinta (Foto: Reprodução)

O ex-presidente Lula, que chega a Salvador nesta quinta-feira, 17, nega que a peregrinação política pelo seu principal reduto eleitoral faça parte de uma estratégia de construção de candidatura para a eleição de 2018.  Apesar disso,  o evento na capital baiana dá o start extraoficial da campanha de Lula, que percorrerá outros oito estados do nordeste. Além disso, o petista afirmou que "o PT sofreu um golpe" e que o DEM, do prefeito ACM Neto e do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, "não está crescendo nas eleições. Está se beneficiando de um golpe". A política econômica dos governos Dilma fracassou e foi um dos impulsos para o impeachment. O senhor chegou a criticar a postura intransigente de Dilma na economia. Além disso, Ciro Gomes, que se coloca como alternativa ao senhor para 2018, tem tido posições fortes, de críticas ao mercado. O que exatamente o senhor faria na política econômica, hoje, se fosse presidente? O Brasil não vai se recuperar economicamente sem um governo legítimo, eleito, com a credibilidade conquistada nas urnas. A falta de  legitimidade do governo e a instabilidade política trazem desconfiança para a sociedade. Quando assumi em 2003 a situação econômica do país era muito ruim, com desemprego alto e sem reservas internacionais. Oito anos depois, o Brasil já tinha crescido o dobro do período anterior, gerado 20 milhões de novos empregos, erradicado a fome e criado enormes oportunidades educacionais para a juventude. Quando entrei, o Brasil devia 20 bilhões de dólares ao FMI. Quando saí, tínhamos reservas de US$ 370 bilhões. Hoje, o país está em recessão, e o nosso maior trunfo, que é o mercado interno, está completamente deprimido. O desemprego atingiu patamares absurdos. O país precisa retomar o crescimento econômico com inclusão social, olhar com atenção para o seu mercado interno, oferecer crédito para os consumidores comprarem e as empresas investirem, ampliar seus mercados internacionais e concluir as obras que estão paradas. Isso com certeza dará novo impulso à economia. Não é cortando direitos dos pobres, dos trabalhadores e das classes médias, que são as pessoas que consomem, que vamos retomar o crescimento econômico.  Quanto a Dilma, que é uma pessoa digna e séria, e que foi afastada do poder de modo ilegal e injusto, é preciso lembrar que a política econômica do seu governo foi permanentemente sabotada pela oposição conservadora e pelas forças que queriam inviabilizar o seu governo para derrubá-la.



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