ÚLTIMAS NOTÍCIAS:

Brumado: Confusão no Mercado Municipal termina com mulher conduzida à delegacia após agressões

Suspeito morre após confronto com a CIPE Sudoeste em Livramento de Nossa Senhora

Morador de Brumado ganha R$ 10 mil no sorteio de fevereiro da Nota Premiada Bahia

Motocicleta com placa adulterada é apreendida próximo à Feira Livre de Brumado

Fibromialgia - especialistas esclarecem o que você precisa saber para diagnóstico precoce

Ciretran de Brumado discute parceria entre Detran-BA e SEAP para ampliar ações de ressocialização

Multas de trânsito podem ser parceladas? Entenda caminhos disponíveis aos condutores

Golpistas usam nome do Fórum de Brumado para enganar paróquias e igrejas evangélicas

Polícia Militar age rápido, prende golpista e ajuda idosa a recuperar quase R$ 7 mil após golpe financeiro em Caraíbas

Brumado: Família vive momentos de terror durante assalto na próximo a comunidade da Moenda

Bahia registra cerca de 200 mil raios em seis dias e temporais causam transtornos em diversas regiões

Fevereiro Roxo/Laranja - Reumatologistas da Clínica Mais Vida alertam para Lúpus e a importância do diagnóstico precoce

Brumado: Mulher alterada invade padaria, agride gerente e quebra produtos do estabelecimento

Brumado: Polícia Militar encerra briga entre vizinhos e conduz envolvidos à delegacia

Brumado: Casal é conduzido ao NEAM após denúncia de violência doméstica


Janot pede para suspender lei da terceirização

(Foto: Reprodução)

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, ajuizou uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) contra a lei da terceirização. Em mais uma ação que contraria o governo Michel Temer, o procurador argumenta que há inconstitucionalidade na recente mudança de regras do mercado de trabalho e pede a suspensão das novas regras. A documentação foi recebida pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e o ministro Gilmar Mendes será o relator do caso. No pedido, Janot argumenta que houve descumprimento de um pedido do Executivo de retirada da pauta do projeto de lei que serviu de base para a lei da terceirização. O procurador-geral avalia ainda que a terceirização da atividade fim e a ampliação dos contratos temporários violam o regime constitucional de "emprego socialmente protegido" e outros itens da Constituição. "É formalmente inconstitucional a Lei 13.429, de 31 de março de 2017, por vício na tramitação do projeto de lei 4.302/1998, que lhe deu origem. Não houve deliberação, pela Câmara dos Deputados, de requerimento de retirada da proposição legislativa, formulado por seu autor, o Presidente da República, antes da votação conclusiva", cita a documentação entregue ao Supremo.



Comentários

    Nenhum comentário, seja o primeiro a enviar.

Deixe seu comentário