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Brumado: Incertezas sobre a UTI dão munição à oposição que mira novamente ‘artilharia’ contra administração municipal

(Fotocomposição: 97NEWS)

Considerada o grande sonho da população brumadense, que, inclusive foi um o ‘carro-chefe’ das últimas eleições municipais, a UTI de Brumado volta à cena, mas, desta feita, com um novo enfoque que vem colocar em dúvida a sua instalação. Vista já por alguns setores como um “elefante na sala”, a Unidade de Terapia Intensiva de Brumado voltou a ter sob si as nuvens da incerteza, as quais ficaram ainda mais densas e enigmáticas com uma declaração mal interpretada feita do líder do prefeito na sessão da Câmara de Vereadores desta segunda-feira (12), a qual, a princípio, teria apontado que a UTI viria somente no início de 2018, que, inclusive, é um ano eleitoral, mas que depois foi corrigida dizendo que a unidade poderá vir a qualquer momento. Todo esse contexto acabou municiando a oposição, que questionou que “caso a UTI não entre em operação neste ano, isso viria colocar por terra projeções que foram dadas pelo próprio gestor municipal, de que ela já estaria funcionando já nos 3 primeiros meses do seu mandato”. Certo é que, passados praticamente 180 dias, ou seja, em 6 meses de gestão a UTI que era esperada como o grande presente do aniversário de 140 anos do município, está tomando um rumo contrário, reascendendo os estopins oposicionistas e também deixando uma parcela da população desesperançada. Um fator que veio corroborar nesse sentido foi a leitura feita de uma recente declaração do governador Rui Costa que teria garantido a liberação de mais R$ 20 milhões para a construção da Policlínica Regional, o que para alguns, seria uma mensagem que, nos subterrâneos, indicaria um desvio de foco, já que ele nem citou a UTI. Para finalizar a criação do consórcio regional composto pelos municípios pactuados com Brumado vem sofrendo baixas, onde, informações de bastidores, apontam que metade dos participantes já teriam sinalizado que não irão fazer parte do grupo. Então, nesse mosaico que vem sendo carregado com as tintas da ambiguidade, o funcionamento da tão sonhada UTI ainda está sob suspeita, já que, a dúvida de quem irá bancar os custos mensais da unidade que podem chegar à casa dos R$ 1 milhão ainda são muito robustas. Rumores dos bastidores do poder dizem que a administração municipal estaria fazendo ‘piruetas políticas’ na busca de uma grande economia de gastos para “engordar” o caixa, pois iria se buscar uma ação muito arrojada que seria bancar, a princípio, a UTI com recursos próprios, mas, apesar de louvável, essa atitude deixa algumas dúvidas que são: até quando a prefeitura iria ter fôlego financeiro para manter essa estrutura grandiosa, caso o Estado e a União demorem a liberar os recursos?; será que valeria à pena todo esse empenho e deixar setores importantes descobertos?; qual será o custo-benefício de se bancar a unidade que poderá ter pacientes vindos da regulação de vários locais da Bahia?. Então, infelizmente, até agora não há uma confirmação oficial sobre em que data a UTI irá estar em funcionamento, valendo lembrar que o equipamento já está todo devidamente instalado. 



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