Durante a pandemia da Covid-19, o novo coronavírus, a classe artística foi a primeira a parar e também será a última a retornar os trabalhos. Para amenizar a situação, o Governo Federal através da Lei Aldir Blanc -- criada com o intuito de promover ações para garantir uma renda emergencial para trabalhadores da Cultura durante o período pandêmico --, liberou alguns valores à categoria. No entanto, muitos ainda não conseguiram receber o auxílio destinado a eles. Dentre os artistas que mais sofrem com a pandemia, estão os circenses, que tiveram que descer as lonas e desmontar o "picadeiro". Em entrevista ao site 97NEWS, Robson da Silva Lima, proprietário do Circo Alegria disse que eles estão à nove meses com os seus equipamentos na Vila Presidente Vargas, distrito de Brumado, e que boa parte deles já estão se deteriorando com o passar do tempo. "Nós paramos os carros aqui desde o início da pandemia, e os equipamentos estão guardados em caixas e veículos. A lona por exemplo: ela está morfando e a ferrugem já começou a danificar a estrutura", disse Lima.





















