Trinta integrantes de duas facções que disputam a venda de drogas, na região Norte da Bahia, foram localizados pela Operação Gunsmith, na manhã desta terça-feira (27). Drogas, celulares, munições e anotações foram apreendidos com os criminosos. As informações são da SSP. Após um ano de investigação, com apoio da Superintendência de Inteligência (SI) da SSP, foram mapeados os autores das mortes e também os mandantes. “Com ações de inteligência, confirmamos que três detentos, utilizando celulares, determinavam as mortes, comércio de drogas, tortura de rivais, entre outros ilícitos”, destacou o titular da 19ª Coorpin, delegado Felipe Neri. Durante os cumprimentos de mandados de prisão e busca e apreensão em Senhor do Bonfim, Juazeiro, Barreiras, Lauro de Freitas e Feira de Santana, em residências e no sistema prisional, 150 policiais civis apreenderam drogas, celulares, munições e cadernos com anotações. Em um imóvel, no município de Bonfim, a cadela farejadora Jade, da Coordenação de Operações Especiais (COE), detectou cocaína na parte superior de um armário. Em outra casa, um traficante tentou se esconder atrás de um armário, mas foi percebido. Além da 19ª Coorpin, da SI da SSP e da COE, atuaram na Gunsmith a Coordenação de Apoio Técnico à Investigação (Cati) do Depin, as 1ª, 25ª, 14ª, 15ª, 16ª e 17ª Coorpins, além da Seap, com equipes da Coordenação de Inteligência (GSI).
Foto: Divulgação l SSP-BA 











De acordo com a Polícia Federal (PF), até as 8h já tinham sido presas oito pessoas, das quais sete tinham mandados de prisão contra elas e uma foi detida em flagrante por falsificação de documentos. O grupo, que tinha participação de um funcionário da Caixa, é investigado por se utilizar de uma rede de falsificadores e sacadores para recebimento indevido de valores do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e da cota PIS. Também eram feitas retiradas de valores de contas do banco. O prejuízo estimado é de R$ 2 milhões. A investigação já indiciou 23 pessoas. Mais seis já tinham sido presas anteriormente. Os investigados vão responder pelos crimes de estelionato qualificado, organização criminosa, peculato, crimes contra o sistema financeiro e lavagem de capitais.










