ÚLTIMAS NOTÍCIAS:

Brumado: Superintendente de Trânsito desmente situação de 'bullying' na SMTT

Brumado: Moradores da Vila Presidente Vargas denunciam envenenamento de gatos

Brumado: Bandidos entram em residência e levam R$ 2 mil em joias no bairro Ginásio Industrial

Jovem morre em acidente de moto na zona rural de Aracatu

Carga com mais de 3 toneladas de maconha é apreendida pela PRF na BR-116

Brumado: Após tentar disparar contra PM, suspeito acaba sendo alvejado próximo à Prefeitura

Incêndio florestal em Rio de Contas é controlado por bombeiros

Novembro Azul: Pax Nacional apoia esta ideia

Acusados pela morte do estudante de odontologia e motorista de aplicativo são presos em Vitória da Conquista

RotSat: Rastreamento veicular com qualidade, eficiência e segurança

Família procura por aracatuense, desaparecido há 7 dias

Grave acidente entre os municípios de Tanhaçu e Ituaçu deixa uma vítima fatal na BA-142

PodoClin, Podologia Avançada em Brumado

Brumado: Conseg apresenta projetos em combate a violência contra a mulher

Tremor de terra assusta moradores de cidades do interior do Estado

Inep proíbe o uso de celular a aplicadores do Enem

Mãe é presa suspeita de jogar água quente na filha de 16 anos durante briga

Confira os especialistas da semana na Clínica Mais Vida em Brumado

Lula agradece militância e ataca Lava Jato em 1° discurso após prisão

Brumado: Agentes de trânsito relatam que sofrem 'bullying' por parte da administração municipal


Receita Federal destrói 2 mil caixas de cigarros contrabandeados

(Foto: Reprodução)

A Receita Federal destruiu, nesta quarta-feira (27), duas mil caixas de cigarros fruto de contrabando. A quantidade do produto se refere às apreensões feitas na região de Vitória da Conquista desde 2013. Os cigarros, que correspondem a 80% dos materiais que são confiscados pela Receita, normalmente são apreendidos ao ser transportados de forma ilegal pela BR 116. A carga sem nota fiscal foi transportado em caminhões baús com apoio da Polícia Militar. A destruição foi realizada no aterro sanitário da cidade, com os equipamentos da Associação Brasileira de Combate à Falsificação (ABCF), que vieram de São Paulo. Primeiro, o material é triturado e, em seguida, enterrado.



Comentários

    Nenhum comentário, seja o primeiro a enviar.

Deixe seu comentário