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Foto: Luciano Santos l 97NEWS

Se olhasse para o Brasil, Mark Zuckerberg teria uma ótima notícia e outra nem tão boa assim. Aquela de que ele não vai gostar é que o Facebook já não é crucial para debates e mobilizações sociais, como as que ocorreram nas manifestações de junho 2013. A boa é que a rede social deu lugar a outro produto de sua empresa, o WhatsApp, que virou o canal para organizar encontros e greves, como a dos caminhoneiros, que paralisou o país por 10 dias neste ano. Segundo especialistas, acadêmicos, ativistas e empresários, em cinco anos, o aplicativo de bate-papo tornou-se a forma mais simples de se comunicar para muita gente que teve contato pela primeira vez com a internet, e deu abrigo aos insatisfeitos com as políticas de distribuição de conteúdo do Facebook, que ganha milhares de dólares dando visibilidade a grupos de conversa. Nada disso, no entanto, seria possível sem que os smartphones virassem a principal ponte entre os brasileiros e o mundo online. Um dos marcos na migração do computador para o celular foi 2014. Naquele ano, mais de 50% das casas brasileiras passaram a estar conectadas pela primeira vez. A maior inclusão online foi puxada pelos celulares que, coincidentemente, desbancaram os desktops naquele ano e viraram o aparelho mais usado pelo brasileiro na hora de entrar na internet. 

Foto: Luciano Santos l 97NEWS

Mas hoje, para entrar em rede social e mandar e-mail, você já faz em um aparelho na palma da sua mão. Se com o Facebook, o debate girava em torno dos algoritmos “que mediavam a forma como recebíamos as informações”, com o Whatsapp, essa discussão não existe. A informação circula conforme as suas redes de contato e grupos dos quais você faz parte, sem qualquer tipo de filtro editorial. Isso leva a uma outra dinâmica. Como o Facebook tem priorizado posts de pessoas e não de páginas, isso tem diminuído muito o alcance de veículos de imprensa, o que fez com que as articulações para manifestações passem mais pelo WhatsApp e YouTube. Apesar de ter nascido como aplicativo de bate-papo, o WhatsApp ganhou ares de redes sociais graças a recursos como as listas de transmissão, e aos grupos. Esse panorama já ocorre na China, onde aplicativos como o Wechat já permitem agendar corridas de táxis ou carros particulares ou mandar dinheiro a amigos. A era do WhatsApp, no entanto, está longe de acabar. Durante muito tempo, o WhatsApp vai continuar dominando o mercado de mobilização, a não ser que ele crie algum tipo de nova burocracia ou dificuldade para os usuários.



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