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Após arroz, alta de material de construção entra na mira do governo contra inflação

Foto: Luciano Santos l 97NEWS

Após zerar o imposto de importação do arroz para ajudar a reduzir a pressão inflacionária, o governo avalia agora medidas voltadas aos materiais de construção, caso os preços não voltem a patamares considerados razoáveis até o final deste ano. Desde o fundo do poço da pandemia em maio, os insumos da construção registraram altas enquanto o setor esboça uma retomada. Em agosto, o bloco subiu 9,32% depois de uma alta de 4,13%, em julho. Com o cimento, os preços se elevaram 5,42% no mês passado ante 4,04%, em julho. Depois de móveis e eletrodomésticos, as vendas de materiais de construção foram as que registraram maior crescimento, 22,7% em relação a agosto do ano passado, segundo pesquisa de comércio do IBGE. Entre julho e agosto deste ano, a inflação da construção civil divulgada pelo Sinapi (Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil), saltou de 3,33% para 3,78%. Esta semana, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) pediu a seus auxliares mais próximos atenção à escalada de preços que afetam o bolso do consumidor. Ele quer medidas para reduzir a pressão inflacionária. Para tentar evitar o que ocorreu com o arroz, a equipe de Guedes já monitora os insumos da construção civil. Alguns produtos chegaram a acumular alta de até 35% para algumas indústrias. Foi o caso do aço. Muitas usinas tiveram de fechar seus fornos e venderam seus estoques. Espera-se um novo reajuste para outubro nos distribuidores. Além da queda na produção, pesaram na alta de preços a desvalorização do real ante o dólar e o aumento das exportações. Além disso, o setor se deparou, como aponta o IBGE, com uma retomada mais rápida. Na avaliação dos técnicos da Economia, os preços devem arrefecer com a diminuição pela metade do auxílio emergencial de R$ 600 para R$ 300. A medida, criada durante a pandemia, elevou o poder de compra da população de baixa renda e estimulou a demanda por produtos.

 



Brumado registra mais dois óbitos por Covid-19; um idoso de 94 anos e um homem de 46 anos

Foto: Luciano Santos l 97News

Nesta quinta-feira (10), o município de Brumado registrou mais dois óbitos por Covid-19, o novo coronavírus. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, o primeiro óbito foi de um idoso de 94 anos que era hipertenso. Ele foi diagnosticado no dia 30 de agosto e faleceu no último dia 05 de setembro em sua residência. Já o segundo paciente com 46 anos também do sexo masculino foi diagnosticado com coronavírus no dia 01 deste mês. De acordo com a Sesau, ele faleceu na quarta-feira (09) no Hospital Geral de Vitória da Conquista. No boletim de hoje (10), a Capital do Minério chega a 1018 casos confirmados da doença. O número representa 24,29% do total de 4192 notificações. Entre os diagnósticos: 5 internações, 14 óbitos, 104 pacientes em tratamento e 900 recuperados. No momento, 111 ainda aguardam resultado laboratorial e 1559 já foram descartados. As notificações suspeitas abrangem pacientes com quadros de síndromes gripais diversas, dentre os quais alguns se encaixam nos critérios para realização do exame RT-PCR ou via teste rápido. Estes últimos estão sendo usados de forma criteriosa, em casos excepcionais, como estratégia para ampliar e tornar mais eficaz o enfrentamento à pandemia no município.

Foto: Divulgação


Brumado: Consumo de bebida alcoólica cresce na pandemia e vendas em distribuidoras disparam

Foto: Luciano Santos l 97NEWS

A venda de bebidas alcoólicas cresceu durante a pandemia da Covid-19, em Brumado. Conforme o proprietário de uma distribuidora localizada no bairro Santa Tereza, as vendas, por incrível que pareça, dispararam 30% em relação ao período antes da quarentena. De acordo com Weliton Santos o consumo pelos moradores aumentou, e as vendas cresceram em cerca de 30% no seu estabelecimento. "Ouve um diminuição nas vendas com relação as cervejas de 600 ml e de litrão. Mas o record está sendo das latinhas e litrinhos", afirma o empresário. Segundo ele, com o fechamento de bares por cinco meses, e a proibição de eventos festivos, as pessoas passaram a consumir mais em casa. "A bebida descartável teve um aumento muito bom, não temos o que reclamar", disse Weliton ao 97NEWS. Com uma média de idade entre 20 a 40 anos, os brumadenses passaram a beber mais. "Antes de ir para o home office, eu bebia nos finais de semana, mas agora, depois do expediente costumo tomar uma latinha de cerveja", relatou Diego Meira, cliente do local.

Foto: Luciano Santos l 97NEWS

O proprietário de uma outra distribuidora localizada na mesma região do bairro Santa Tereza, disse que o período de pandemia está sendo mais rentável financeiramente do que antes. O motivo, segundo ele, seria a maior permanência dos moradores em casa e as limitações dos bares aos finais de semana. "As pessoas estão mudando o perfil. Várias pessoas veem e compram 12 latinhas a granel e aos finais de semana, chegamos fazer 200 entregas. Vendemos principalmente cervejas em lata e as long nek", disse o empresário. "As pessoas estão mais em casa, não só a bebida aumentou as vendas, mas também a carne e outros tipos de alimento", comentou Marcos Almeida que é motoboy na empresa.

 



'É uma questão da lei da oferta e da procura', afirma vice-presidente com relação a alta nos produtos da cesta básica

Foto: Reprodução l Adnilton Farias/Flickr

O vice-presidente Hamilton Mourão (PRTB) sugeriu que a alta registrada nos preços de alimentos da cesta básica, a exemplo do arroz, está relacionada ao dinheiro que o governo federal injetou na economia através de programas sociais, sendo o principal deles o auxílio emergencial. Mourão afirmou que a elevação dos preços ao consumidor "é uma questão da lei da oferta e da procura". "Uma porção de gente está comprando porque o dinheiro que o governo injetou na economia foi muito acima do que as pessoas estavam acostumadas, tanto que está havendo grande compra de alimentos e de material de construção", afirmou o vice-presidente na quarta-feira (09) em Brasília. O vice-presidente também citou o fato de que as exportações de arroz cresceram nos últimos meses devido ao aumento do dólar, e esse fato faz com que a venda do produto se torne mais atrativa ao mercado externo do que ao interno para alguns produtores. 



Brumado: Município registra mais de mil casos confirmados de coronavírus

Foto: Divulgação

Na quarta-feira (09), o município de Brumado registrou 1003 casos confirmados da Covid-19, o novo coronavírus. O número representa 24,28% do total de 4131 notificações. Entre os diagnósticos: 6 internações, 12 óbitos, 100 pacientes em tratamento e 891 recuperados. No momento, 78 ainda aguardam resultado laboratorial e 1559 já foram descartados. As notificações suspeitas abrangem pacientes com quadros de síndromes gripais diversas, dentre os quais alguns se encaixam nos critérios para realização do exame RT-PCR ou via teste rápido. Estes últimos estão sendo usados de forma criteriosa, em casos excepcionais, como estratégia para ampliar e tornar mais eficaz o enfrentamento à pandemia no município.



Brumado: Após apreensão dos cerca de 10 kg de pasta de cocaína na BR-030, Major da 34ª CIPM acredita numa possível mudança na rota do tráfico

Foto: Arquivo l 97NEWS

Na tarde de terça-feira (09), uma operação conjunta entre a Polícia Rodoviária Federal (PRF), 34ª CIPM e policiais da Cipe Sudoeste, resultou na apreensão de cerca de 10 kg de pasta base de cocaína durante fiscalização no km 330 da BR-030, próximo a Vila Presidente Vargas, em Brumado. Por volta das 17 horas dois veículos foram abordados na referida rodovia e, em um deles, um Honda FIT, foram encontrados os tabletes da droga que estavam armazenados no tanque de combustível. Se for constatada a pureza da droga, os dez tabletes podem custar cerca de R$ 200 mil. Em entrevista ao site 97NEWS, o comandante da 34ª CIPM, Major Mário Cabral, disse que as medidas implementadas na BR-116 -- principal rota de drogas na Região Sudoeste -- para conter o tráfico, levaram à interrupção da rota em Vitória da Conquista. "Eu acredito até que o pessoal tenha mudado a rota porque, a PRF na cidade de Vitória da Conquista estava prendendo muita droga. E a mudança é para tentar burlar as fiscalizações", explicou. 

Foto: Divulgação l PRF

De acordo com o comandante, os criminosos abastecem os veículos com etanol, que é uma substância não corrosiva em comparação com a gasolina. "Eles utilizam o mesmo tanque, e essa droga é bem embalada e o álcool, que é o etanol, ou seja é um combustível não corrosivo. E quando eles abasteciam, não completavam o tanque, o que leva à um abastecimento frequente durante o trajeto", disse o Major. Sobre o destino da droga, o comandante ressaltou que a droga saiu de Minas Gerais e teria como destinos Capim Grosso na Bahia ou o estado de Sergipe. Questionado se Brumado poderia está se transformando em uma possível rota do tráfico, ele afirmou que seria possível. "Atualmente, acredito que sim. Tanto pelo aparato da Polícia Rodoviária Federal com a questão tecnológica que eles estão usando. Nós temos ai hoje na PRF aparelhos de [Raio X] e outros equipamentos. E essa droga, acredito eu que já tinha sido acompanhada desde a saída em Minas Gerais. Mas possivelmente, essa região nossa virou uma rota de passagem desse tipo de droga, por conta da fiscalização intensa que ocorre em Vitória da Conquista", destacou Mário Cabral. 



Brumado: Prefeito diz que volta as aulas no dia 21, será a última tentativa da administração para retomada do ano letivo

Foto: Luciano Santos l 97NEWS

A volta às aulas na rede municipal de ensino de Brumado já tem uma data definida para ocorrer, e será no próximo dia 21 de setembro. Segundo o prefeito Eduardo Lima Vasconcelos, o retorno presencial será com protocolos de segurança. Em entrevista a imprensa local, o gestor considerou que essa será a última tentativa da administração para retomada do ano letivo ainda este ano. “Em nome dessa importância capital que é a educação para o povo brasileiro, a gente fez várias tentativas, mas agora eu diria que é a última janela, sob pena de perdermos o ano. Em Brumado, na obsessão que temos pela educação, é que estamos buscando reabrir as aulas”, disse em entrevista a uma emissora de rádio local. O gestor garante que medidas de biossegurança vão garantir a saúde de alunos, funcionários e professores. "Manteremos a redução do número de alunos por sala de aula, manteremos o espaçamento entre as cadeiras. Além do uso de álcool gel e secador para higienização das mãos e o uso de máscaras protetivas”, finalizou Vasconcelos.

 



Além do arroz e do óleo, preço da linguiça sobe em Brumado

Foto: Luciano Santos l 97NEWS

A quase sete meses de pandemia da Covid-19, o novo coronavírus, o brumadesne passou a pagar mais por alimentos que fazem parte do cardápio diário. Nos últimosdias, o preço do arroz e do óleo de soja dispararam nos supermercados. A carne bovina também disparou com a exportação do Brasil para países como a China, Egito, Chile, Rússia e Estados Unidos. Mas outro vilão está chegando na mesa do consumidor e nos churrascos de fim de semana. A tradicional linguiça, teve nos últimos dias uma variação média de 69,7% desde que a pandemia começou. Em Brumado, o quilo do produto é encontrado em média entre R$ 20 e R$ 22. Antes da pandemia, o quilo da linguiça custava em média R$ 12. A linguiça mais que dobrou de preço em Brumado. Segundo a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), a alta é reflexo das altas nos custos produtivos, com elevações de mais de 30% no preço do milho e da soja, que são insumos básicos da produção e principais fatores de constituição de custos. Ainda segundo a ABPA, outro motivo foi a elevação de produtos como os grãos: a base de alimentação dos bovinos, suínos e de aves. Essa alta também acaba refletindo no preço da carne e embutidos. De acordo com a ABPA, a matéria-prima utilizada, como pernil, subiu muito de preço. Por isso, a lingüiçaria teve de reajustar sua tabela. Como nos aumentos do arroz e do óleo de soja, o fator China também interferiu no preço da linguiça. 

 



Exportação da carne brasileira para fora do país, elevou o preço do produto

Foto: Luciano Santos l 97News

As exportações brasileiras de carne bovina aumentaram 12% no acumulado do ano até agosto, passando para cerca de 1,3 milhão de toneladas, com impulso de importações pela China, que elevou em 65,8% as compras no mesmo período, informou na terça-feira (8) a Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo). Os chineses, que ampliaram compras diante da redução da oferta de proteína animal por impactos da peste suína africana em seu plantel, responderam por 62,4% de toda a carne bovina exportada pelos brasileiros no ano até agosto, disse a Abrafrigo, com base em dados do governo brasileiro. Depois da China, o segundo maior cliente do Brasil foi o Egito, que importou 91.529 toneladas de janeiro a agosto, com queda de 25,4% na comparação anual. O Chile veio na terceira posição com 50.360 toneladas adquiridas (-34,2%), enquanto a Rússia ficou com a quarta posição com 43.177 toneladas (-4,6%). Na quinta posição estão os Estados Unidos, que elevaram as compras em quase 40%, para 34.502 toneladas. Na sexta posição, as Filipinas, com 25.660 toneladas (+23,4%), e, na sétima, os Emirados Árabes, com 25.595 (-58,2%). A Abrafrigo informou ainda que o Brasil registrou, em agosto, novo recorde de exportações para o mês, com um total de 191.141 toneladas de carne (in natura e processada), com a China levando 108 mil toneladas. A receita em agosto alcançou US$ 753,2 milhões, com alta de 19% em relação ao mesmo mês de 2019. No ano, o faturamento atingiu US$ 5,4 bilhões, com crescimento de 23%.



Número de casos ativos de coronavírus em Brumado continua subindo

Foto: Divulgação

Na terça-feira (08), o município de Brumado registrou 995 casos confirmados da Covid-19, o novo coronavírus. O número representa 24,37% do total de 4083 notificações. Entre os diagnósticos: 6 internações, 12 óbitos, 106 pacientes em tratamento e 877 recuperados. No momento, 44 ainda aguardam resultado laboratorial e 1559 já foram descartados. As notificações suspeitas abrangem pacientes com quadros de síndromes gripais diversas, dentre os quais alguns se encaixam nos critérios para realização do exame RT-PCR ou via teste rápido. Estes últimos estão sendo usados de forma criteriosa, em casos excepcionais, como estratégia para ampliar e tornar mais eficaz o enfrentamento à pandemia no município.