Segundo a última atualização do Painel de Monitoramento de Arboviroses do Ministério da Saúde, neste ano já foram registradas 75 mortes causadas pelo vírus da dengue no país, além de mais de 340 óbitos que seguem em investigação. Apenas durante os dois primeiros meses do ano, foram registrados 512 mil infectados pela doença em todo o território nacional. Especialistas se preocupam com as aglomerações de carnaval, que podem tornar o número ainda maior. Até o momento, a maior incidência dos casos ocorreu em mulheres, que representam 54,9% dos casos, e em homens os casos são de 45,1%. Em totalidade, o estado de Minas tem atualmente o maior coeficiente de infectados prováveis, logo em seguida São Paulo e depois Paraná. Porém, segundo o painel do ministério, ao avaliar os casos a cada 100 mil habitantes, o Distrito Federal carrega o maior coeficiente de incidência. No mesmo período, o Brasil também teve 29 mil casos prováveis de chikungunya, incluindo 4 óbitos foram confirmados e 31 estão em fase de investigação. Houve ainda 341 casos positivos de zika, sem nenhuma morte associada, segundo o painel de monitoramento.
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Aos 31 anos, investiu as economias dos anos de trabalho no varejo para comprar seu próprio negócio, a loja de presentes Cristaleira, localizada no centro de Franca, que depois foi rebatizada de Magazine Luiza. No início da década de 90, ela escolheu a sobrinha Luiza Helena Trajano como sucessora à frente dos negócios. Na época, a empresa era uma rede de varejo de eletroeletrônicos e móveis familiar, com lojas localizadas, principalmente, em cidades de São Paulo e Minas Gerais. Sob o comando de Luiza Helena, o Magazine Luiza tornou-se uma varejista nacional e de capital aberto. “Muitos dos valores que hoje regem os mais de 30 mil colaboradores do Magalu são reflexo do jeito de pensar e de agir de sua fundadora. Tia Luiza tinha uma energia quase inesgotável para o trabalho. Não importava se a tarefa a ser feita era empacotar um produto ou descarregar um caminhão de mercadorias. Era uma vendedora apaixonada, que conhecia as necessidades, os gostos e as possibilidades de seus clientes. Cada um deles era e deveria ser tratado como alguém especial, como a razão de ser do negócio”, diz nota da Magazine Luiza.













