Nesta quinta-feira (09), Guilherme Bonfim, advogado e ex-candidato a prefeito de Brumado, esteve na região de Ubiraçaba para acompanhar de perto a retomada das obras do Sistema de Água. Guilherme estava acompanhado dos vereadores Vadim Garrincha e Miro, da vereadora suplente Terenilda e do gerente da Embasa, Arivelton Tanajura. “Estamos aqui fazendo aquilo que a gente gosta, trabalhando para melhorar a vida do nosso povo. É um momento importante para garantir que a tão sonhada água chegue às comunidades da região”, afirmou Guilherme Bonfim durante a visita. De acordo com Arivelton, gerente da Embasa, as obras levarão água tratada para as localidades de Lagoa São João, Tamboril, Ubiraçaba e outras comunidades, beneficiando cerca de 350 famílias. Ele destacou que o investimento é 100% do Governo do Estado, reforçando o compromisso com o abastecimento de água na zona rural. Guilherme também agradeceu o apoio do deputado Vitor Bonfim e do governador Jerônimo Rodrigues, responsáveis pela viabilização da obra, e informou que a empresa Ambiente, vencedora da licitação, iniciará os trabalhos nos próximos 15 dias. “A ordem de serviço já foi dada, e logo a população terá acesso a essa conquista tão esperada”, disse Guilherme.
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Segundo o ministério, o total de violações verificadas também aumentou, saltando de 3,4 milhões, em 2023, para 4,3 milhões, em 2024. Cada denúncia pode resultar em mais de tipo de violação. Entre as infrações mais recorrentes estão a violação à integridade por negligência, com 464,3 mil ocorrências; tortura psíquica (389,3 mil) e a violação à integridade física com exposição de risco à saúde (368,7 mil). A maioria das vítimas das denúncias é do gênero feminino (372,3 mil), pessoas brancas (261,6 mil), e com idade entre 70 e 74 anos (32,5 mil). Na maioria dos casos, as violações ocorreram na casa da própria vítima e/ou do suspeito (301,4 mil). Entre os grupos mais vulneráveis estão crianças e adolescentes (289,4 mil), pessoas idosas (179,6 mil) e mulheres (111,6 mil). Apesar da vulnerabilidade, o total de vítimas do gênero feminino foi 2,9% menor que o registrado em 2023. Por outro lado, em 2024, o perfil do agressor mudou: as mulheres (283,1 mil) passaram a liderar o gênero do suspeito de agressão, configurando um aumento de 28,8% em comparação a 2023.







