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Pioneirismo: Fundação da AUCIB promete revolucionar conceito em fiscalização de Verbas Públicas em Brumado

A reunião contou com a presença de convidados e foi o início do processo de implantação da AUCIB (Foto: Luciano Santos | 97NEWS)

Em tempos de clamor popular pela ética e moralidade no país, algumas ações nesse sentido vêm ganhando visibilidade e mostrando que os brasileiros irão ser muito mais exigentes no uso das verbas públicas. Em Brumado uma ação pioneira e que promete revolucionar o conceito de fiscalização do dinheiro público, seja na área política, quanto em ONGs ou mesmo em empreendimentos particulares, já está prestes a se materializar. Nesse sentido na última quinta-feira (12) uma reunião realizada no auditório da Escola Nossa Senhora de Fátima, teve como pauta principal a elaboração do estatuto e definição da assembleia de fundação da AUCIB- Auditoria Pública Cidadã Brumadense. Na reunião que contou com presença de alguns convidados, que já possuem um histórico na cidade de combate à corrupção, foi discutido que a AUCIB será criada não só para cobrar do poder público municipal e consequente do chefe do Poder Executivo e do presidente do Poder Legislativo, como também de ONGs que atuam na cidade e até de entidades particulares que recebem verbas federais e não a aplicam corretamente. Outra meta prioridade da entidade será a cobrança ao Governo do Estado dos investimentos aplicados no município. Um dos mentores da criação da AUCIB, o professor Genivaldo de Jesus Azevedo, deixou bem claro que a AUCIB não veio para fazer política e nem para cobrar do prefeito ou do presidente da câmara, segundo ele “a intenção da ONG é fiscalizar qualquer obra pública, municipal, estadual ou federal, ou ainda, qualquer entidade, seja ela religiosa ou não para que ele apresente relatórios dos gastos com o dinheiro público”. Segundo Paulo Esdras, um dos participantes da reunião, “se formada a mesa diretora da AUCIB, será uma das pioneiras da região sudoeste, podendo se expandir para outros municípios”. Ele ressaltou ainda que “a ONG mostrará ao cidadão comum como ele pode fiscalizar os gastos públicos e cobrar nos poderes, como Ministério Público Estadual e Federal, no Tribunal de Contas e outros órgãos da Justiça do Brasil”. Uma data para a assembleia será marcada para que seja apresentado o estatuto, e seja votado o presidente, vice-presidente, secretários, auditores fiscais e haverá também o sócio fiscal, que terá uma carteirinha com o CNPJ da AUCIB e os seus dados pessoais, para que o mesmo possa contribuir com a fiscalização.



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