ÚLTIMAS NOTÍCIAS:

Conselheira tutelar é ameaçada e alvo de tentativa de agressão em Maetinga

Delegado é preso em flagrante após suspeita de trocar placa de Hilux durante abordagem em Vitória da Conquista

Justiça condena homem por ameaçar secretário de Infraestrutura de Rio de Contas

Idoso de 80 anos perde R$ 1 mil em golpe aplicado por falsos vendedores de insumos agrícolas em Brumado

Homem morre após acidente de motocicleta na zona rural de Livramento de Nossa Senhora

Homem perde R$ 3 mil em golpe ao tentar comprar motocicleta anunciada nas redes sociais em Brumado

Homem é detido após suspeita de agredir companheira e adolescente em Brumado

Homem é conduzido à delegacia após suspeita de roubo em posto de combustíveis em Brumado

Neste Dia dos Pais, celebre quem sempre cuidou de você!

Brumado: Homem de 37 anos com mandado de prisão é capturado pela PM

Homem é detido após furto de bateria de caminhão em Brumado

PM apreende duas motocicletas por escapamento adulterado e outras irregularidades em Brumado


Mulheres presas: 66% estão encarceradas sem julgamento; 65% praticou tráfico de drogas

(Foto: Reprodução)

Dados do Ministério da Justiça apontam que, na Bahia, 66% das mulheres presas estão encarceradas sem julgamento. De acordo com o levantamento, o estado fica atrás, apenas, de Sergipe – que tem 99% das mulheres presas sem condenação. Na outra ponta da tabela, São Paulo e Rondônia aparecem com os estados que menos têm presas sem julgamento – nove e 15%, respectivamente. Para o presidente da comissão especial da Ordem dos Advogados do Brasil, seccional Bahia, do Sistema Prisional e Segurança Pública, Marcos Melo, o número é “alarmante”. “A OAB vê isso com grande preocupação. É um absurdo que mais da metade das mulheres presas estejam esperando julgamento. Isso tudo é fruto de uma política de punir sem julgar. Tira-se a pessoa de circulação e deposita lá (nos presídios)”, analisou. Ainda de acordo com Melo, a comissão faz inspeção nos presídios em todo estado e o panorama não é animador. “As pessoas não saem de lá com nenhuma perspectiva boa. Tudo aquilo que pode ser feito para amenizar a situação da presa não é feito. A expectativa é a pior possível”, apontou. Ainda de acordo com o Ministério da Justiça, 65% das mulheres presas na Bahia estão atrás das grades por conta do tráfico de drogas, 10% roubo, 7% furto, 6% homicídio e outros crimes, 3% desarmamento, 2% quadrilha ou bando e 1% latrocínio. Nos últimos dias, o BN revelou que, em sete anos, o número de presas na Bahia quase dobrou e que a maioria das presas no estado é negra, jovem, solteira e com o ensino fundamental incompleto.



Comentários

    Nenhum comentário, seja o primeiro a enviar.

Deixe seu comentário