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Além de mosquito, contágio da zika pode acontecer também pelo sangue e pelo sexo

(Imagem Ilustrativa)

Além de ser transmitido pelo mosquito aedes aegypti, o mesmo da dengue e da chikungunya, o contágio do zika vírus pode ocorrer por meio de transfusão de sangue, no parto materno e até por relações sexuais. Especialistas ressaltam que, apesar das possibilidades, não há, até o momento, registro de casos documentados que não tenham ocorrido pelo inseto. A Bahia tem 32.873 casos da doença, o que já é considerado uma epidemia pela Secretaria de Saúde da Bahia (Sesab). Por conta do alto número de casos da Síndrome Guillain-Barré, cuja causa é viral, os órgãos de saúde avaliam se há relação da doença com a zika. De acordo com o infectologista Antônio Bandeira, após ser contraído, o vírus circula pelo sangue e se multiplica. Por isso, há a possibilidade de passar de pessoa para pessoa através de transfusão ou da mãe para o bebê por meio da placenta - quando ocorre contato entre o sangue da mulher e do recém-nascido por meio de um ferimento, por exemplo. O Zika vírus é da mesma família dos vírus que provocam a dengue e a febre amarela, tendo sido identificado pela primeira vez no Brasil, no estado da Bahia, provavelmente trazido por turistas que frequentaram a Copa do Mundo no país, em 2014.



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