ÚLTIMAS NOTÍCIAS:

Proerd é iniciado em Brumado e amplia prevenção às drogas e à violência nas escolas

Ameaça contra agente de trânsito termina com homem detido em Brumado

Justiça mantém preso jovem apontado como 'braço armado' de facção em Brumado

Caetité abriga sítios arqueológicos com pinturas rupestres de até 6 mil anos

Comissão do Congresso analisa proposta que pode eliminar exame médico na renovação da CNH

Criança de 5 anos é resgatada após denúncia de maus-tratos em Guanambi

Escola em Brumado promove palestra e reforça combate ao bullying no ambiente escolar

Livramento de Nossa Senhora: Paciente com AVC aguarda vaga em UTI há três dias e família faz apelo urgente

Trabalhador rural morre após acidente com triturador de milho na zona rural de Ibiassucê

Super ofertas da Central das Carnes; confiram

Integração entre forças de segurança impulsiona cumprimento de mandados em Brumado

Brumado: Veículo com restrição é recuperado pela CIPRv durante fiscalização

Polícia Rodoviária apreende veículo com transporte irregular de animais na BA-262 em Brumado

Brumado: Criança com autismo é encontrada sozinha em avenida e mobiliza Polícia Militar

Brumado: CIPRv recupera seis veículos e registra mais de 100 autuações durante Operação Semana Santa

Bom Jesus da Lapa: Desaparecimento de romeiro completa um ano sem respostas

Coelba realiza operação para remover cabos irregulares em 21 cidades

Procon-BA lança Central de Atendimento 151 e amplia acesso aos serviços para consumidores

Homem é encontrado morto em quarto de hotel em Caetité

Morre aos 68 anos 'Carlinhos da Feira', figura conhecida na feira livre de Brumado


Denúncias de neonazismo na internet crescem 250% nos últimos 5 anos

Foto: Divulgação

Ações baseadas na intolerância, superioridade e pureza de determinada raça com recursos de agressão, humilhação e discriminação tem ganhado força no mundo. Segundo dados da SaferNet, ONG brasileira de monitoramento do uso indevido da Internet para a prática de crimes e violações contra os Direitos Humanos, o neonazismo aumentou, pelo mundo, cerca de 250% entre 2020 e 2024, em relação ao período de 2015 a 2019. As informações fazem parte dos Indicadores da Central Nacional de Denúncias de Crimes Cibernéticos da ONG. Foram registradas cerca de trinta mil denúncias nos últimos 5 anos. O neonzaismo consiste na intolerância com base na ideologia nazista, incluindo quem fabrica, comercializa, distribui ou veicula símbolos, emblemas, ornamentos, distintivos ou propaganda com símbolos (como a cruz suástica) e defesa do pensamento nazista. No Brasil, de forma similar ao movimento internacional, os grupos brasileiros professam ideias ultranacionalistas, racistas, xenófobas e discriminatórias com apologia, em maior ou menor grau, ao uso da violência. A organização aponta que grupos desse tipo são identificados em maior número em São Paulo - com grande concentração na capital paulista e na região do ABC -, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Distrito Federal e Espírito Santo. De acordo com a psicóloga Bianca Orrico, responsável pelo atendimento do canal de ajuda da SaferNet, o Helpline, as redes sociais desempenham um papel importante nesse cenário. Ao mesmo tempo que oferecem ferramentas para prevenção e investigação dos casos, também podem ser usadas para fomentar e articular essa violência e outras como apologia e incitação a crimes contra a vida, pornografia Infantil e intolerância religiosa. “Atualmente, as autoridades competentes conseguem rastrear perfis, analisar padrões de comportamento e utilizar recursos de inteligência artificial para detectar ameaças, mas existe também o desafio do impulsionamento realizado pelos algoritmos que ampliam o alcance de determinadas publicações que contribuem para a radicalização e para a disseminação dessas ideologias”, disse. “Esse impulsionamento contribui para a radicalização de adolescentes e jovens, então, embora discursos de ódio e atitudes extremistas não tenham surgido com a internet, as redes sociais têm expandido significativamente esses discursos em suas plataformas”, acrescentou. A apologia do nazismo se enquadra na Lei 7.716/1989, com penas que variam de dois a cinco anos. É considerado crime praticar, induzir ou incitar a discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional.



Comentários

    Nenhum comentário, seja o primeiro a enviar.

Deixe seu comentário