ÚLTIMAS NOTÍCIAS:

Brumado: Motociclista fica ferido após colisão com ambulância no bairro São José

ACM Neto provoca prefeitos baianos e esquenta disputa para 2026

Vitória da Conquista e Salvador registram casos confirmados de Mpox na Bahia

Dupla é presa pela 46ª CIPM suspeita de aplicar golpe do 'Pix falso' em comércios de Livramento de Nossa Senhora

Jerônimo busca parceria internacional para produzir medicamentos de alto custo na Bahia

Prefeitura de Rio do Pires abre licitação de R$ 4,4 milhões para compra de combustíveis; valor é R$ 1 milhão maior que em 2025

Vitória da Conquista: Chuva forte derruba árvore, causa apagão de energia e alaga ruas


Bahia e oito estados possuem risco de apagões e sobrecarga na rede elétrica, afirma ONS

Foto: Luciano Santos l 97NEWS

Um relatório do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) sobre a segurança do sistema nos próximos cinco anos aponta que o crescimento da geração de energia por meio de painéis solares traz riscos efetivos de apagões em nove estados, dentre eles, a Bahia. De acordo com informações do Jornal O Globo, o perigo é decorrente de sobrecarga em subestações de transmissão de energia elétrica — que estariam com uma demanada superior à capacidade operacional de curta duração dos transformadores. O ONS aponta que a micro e minigeração distribuída (como são chamados os painéis solares em residências e comércios), e as usinas solares tipo 3 (estruturas mais complexas, mas também descentralizadas) têm hoje um total de capacidade instalada de 53 GW, o que representa mais de um quinto (22%) da capacidade instalada em todo o país. Os dados constam do Plano de Operação Elétrica de Médio Prazo do Sistema Interligado Nacional, que mira o período entre 2025 e 2029. Os outros estados mencionados como possivelmente afetafos são Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Mato Grosso, Rondônia, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte e Piauí. Em 2023, o país sofreu um apagão de seis horas em 25 estados, justamente em razão de problemas com a intermitência da energia solar e eólica.



Comentários

    Nenhum comentário, seja o primeiro a enviar.

Deixe seu comentário