ÚLTIMAS NOTÍCIAS:

Brumado: Denúncia aponta suposta diferença em pagamentos do transporte escolar e cobra explicações da Prefeitura

Brasil reduz índices de reprovação, abandono e atraso, diz Censo escolar

Homem é preso suspeito de tentar explorar sexualmente adolescente na zona rural de Livramento de Nossa Senhora

Prefeitura de Brumado antecipa salários e injeta R$ 10 milhões na economia local

24º BPM recebe kit de aplicativo tático para reforçar atuação operacional em Brumado

Policia registra queda dos roubos e furtos nos eventos do São João da Bahia 2026

Vídeo de cantor com público reduzido em São João da Bahia viraliza e gera onda de apoio nas redes

Homem é levado à delegacia após ser flagrado com celulares durante festa junina em Presidente Jânio Quadros

Mulher desarma ex-companheiro após ameaças de morte e disparo de arma em Guanambi

Idoso morre após ser atropelado por motocicleta conduzida por adolescente em Livramento de Nossa Senhora

Brumado: Condenado por assalto de quase meio milhão é capturado após ação de inteligência da PM

Brumado: Adolescente fica ferido após colisão entre moto e caminhonete no Bairro Dr. Juracy


Morte de Ayrton Senna completou 30 anos; o maior ídolo do Brasil

Foto: Reprodução

O 1º de maio deste ano marca também os 30 anos do adeus ao maior ídolo brasileiro do automobilismo, Ayrton Senna. Nascido em São Paulo, na década de 60, Senna iniciou sua carreira no automobilismo como a da maioria dos pilotos: no kart, ao ganhar de presente um modelo construído pelo pai, quando tinha 4 anos de idade. Feito de maneira amadora, o motor foi tirado de um cortador de grama e chegava aos 60 km/h. Foi o principal “brinquedo” de Senna na infância e o começo de tudo. Em 1973, aos 13 anos, veio a primeira corrida de kart, em São Paulo. Senna era o mais novo dos pilotos na categoria, mas liderou a corrida. Para muitos, ele criou uma nova forma de pilotar karts. 

Na Fórmula 1, os treinos livres acontecem na sexta-feira, o classificatório no sábado e a corrida no domingo. Na sexta-feira, o piloto brasileiro Rubens Barrichello, que estava começando a carreira no automobilismo, sofreu um grave acidente e teve que ser hospitalizado com uma fratura no nariz e algumas escoriações. No sábado, o austríaco Roland Ratzenberger também sofreu um forte acidente, mas não teve a mesma sorte de Barrichello. Ratzenberger morreu na hora, gerando comoção no público e nos pilotos, que ficaram apreensivos. Eles se reuniram para exigir mais segurança na corrida e, inclusive, alguns dizem que Senna cogitou a possibilidade de não participar. No entanto, após um acordo entre pilotos e os diretores das equipes, decidiram continuar. Senna precisava vencer para passar Schumacher. A corrida era decisiva. E como era de costume, fez a volta mais rápida do treino classificatório e largou na primeira posição com uma excelente saída. Tudo estava sob controle. Ayrton Senna liderava a corrida, com Schumacher logo atrás. Mas na sexta volta, uma quebra na barra de direção fez Senna perder o controle do carro quando passava pela curva Tamburello, onde chocou-se com uma mureta de proteção a quase 300 km/h. A batida foi assustadora. Os narradores não sabiam como reagir. Senna foi levado de helicóptero para o hospital, mas não resistiu aos ferimentos. Ayrton Senna morreu no dia 1º de maio de 1994, aos 34 anos. Seu velório foi um dos mais marcantes da história do Brasil, com cerca de 22 horas de duração, e foi acompanhado por aproximadamente 240 mil pessoas. O choro pelas ruas revelava mais do que a perda de um ídolo, mas de uma paixão nacional. Era o sentimento de se despedir daquele que entrava nas casas de manhã cedinho, veloz, encantador, emocionante, com narração de Galvão Bueno, trilha sonora de vitória inesquecível aos ouvidos e ao coração. Àquela altura, o Brasil não era mais o país só do futebol.



Comentários

    Nenhum comentário, seja o primeiro a enviar.

Deixe seu comentário