ÚLTIMAS NOTÍCIAS:

Ônibus escolar pega fogo na zona rural de Rio do Antônio e assusta estudantes

Abastecimento de água será interrompido em Brumado e Malhada de Pedras para manutenção na quinta-feira (30)

Vacimóvel amplia acesso à vacinação e inicia atendimentos em Brumado

PM intervém em ameaça entre vizinhas no Brisas II, em Brumado

Brumado: Homem é preso em flagrante por estupro de sobrinha de 7 anos, diz PM

Brumado: Mancha Verde Futebol Clube leva mensagem de consciência negra aos gramados em campeonato de veteranos

Brumado: Caminhada de conscientização sobre o autismo mobiliza famílias e reforça debate sobre inclusão

Livramento de Nossa Senhora: Empresários são alvos de mandados por suspeita de tortura contra jovem com deficiência auditiva e de fala


Governo Bolsonaro descartou 1,9 milhão de vacinas contra Covid-19; TCU pede ressarcimento

Foto: Reprodução l Mika Baumeister l Unsplash

Uma auditoria aprovada pelo Tribunal de Contas da União (TCU) constatou que, durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), 1,9 milhão de doses da vacina AstraZeneca contra a Covid-19 foram descartadas pelo Ministério da Saúde por não terem sido distribuídas antes de atingirem o prazo de validade. Os imunizantes faziam parte de uma carga de 2,18 milhões de doses, oriundas de uma doação feita pelo governo dos EUA. As vacinas, que venciam no dia 31 de dezembro de 2021, chegaram ao Brasil no dia 21 de novembro. De acordo com o TCU, o descarte resultou em despesas de quase R$ 1 milhão, “com transporte, desembaraço aduaneiro, armazenagem e incineração, sem trazer benefícios à população". Diante dos impactos gerados pela falta de organização, o TCU avalia que as autoridades brasileiras se equivocaram ao aceitar os imunizantes, que estavam há 40 dias de vencerem quando foram recebidas pelo país, e este equivo deve ser ressarcido ao erário.



Comentários

    Nenhum comentário, seja o primeiro a enviar.

Deixe seu comentário