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Brumado: Agentes de saúde vão a Câmara e pedem correção de insalubridade e representação sindical

Foto: Luciano Santos l 97NEWS

Atualmente agentes comunitários de saúde e os agentes de combate a endemias do Brasil tem direito a adicional de insalubridade, e a legislação também assegura as categorias que o exercício de trabalho em condições insalubres gera um adicional, que varia entre mínimo, médio e máximo, sendo 10%, 20% e 40% do salário. Entretanto, ao contrário da Lei adotada por parte de vários municípios do país, segundo os servidores, em Brumado, a Lei Federal não é cumprida com base no salário nacional. Em entrevista ao site 97NEWS, a presidente do Sindicato dos Agentes Comunitários de Saúde (SindAcs) e do Fórum Nacional dos Agentes Comunitários de Saúde, Marivalda Pereira Santos, ressaltou que os agentes comunitários de saúde e os agentes de combate a endemias de Brumado não tem representação sindical. "Hoje, nós viemos pedir a esta casa que corrija esse erro de 2017 quando os agentes comunitários de saúde e de combate a endemias perderam sua representação. O trabalhador tem o direito de escolher qual sindicato o representa", cobrou. 

Foto: Luciano Santos l 97NEWS

Sobre a insalubridade, Marivalda criticou a postura gestor municipal por não repassar o valor correto. "Faz a conta de quanto custa um servidor municipal que é contratado, efetivado no seu município, e pago pela administração municipal e compara com um agente de saúde ou de endemias, que o seu salário vem todo do governo federal, do Ministério da Saúde, faz a conta. É o servidor mais barato que tem no município", disse. Conforme a sindicalista, a insalubridade paga pelo município de Brumado é com base no salário mínimo, o que não condiz com a realidade. "A insalubridade paga aqui [Município] é com base no salário mínimo, mas a Lei garante à esses trabalhadores o valor calculado no salário base nacional, então precisa ser corrigido", cobrou.



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