ÚLTIMAS NOTÍCIAS:

Brumado: Confusão no Mercado Municipal termina com mulher conduzida à delegacia após agressões

Suspeito morre após confronto com a CIPE Sudoeste em Livramento de Nossa Senhora

Morador de Brumado ganha R$ 10 mil no sorteio de fevereiro da Nota Premiada Bahia

Motocicleta com placa adulterada é apreendida próximo à Feira Livre de Brumado

Fibromialgia - especialistas esclarecem o que você precisa saber para diagnóstico precoce

Ciretran de Brumado discute parceria entre Detran-BA e SEAP para ampliar ações de ressocialização

Multas de trânsito podem ser parceladas? Entenda caminhos disponíveis aos condutores

Golpistas usam nome do Fórum de Brumado para enganar paróquias e igrejas evangélicas

Polícia Militar age rápido, prende golpista e ajuda idosa a recuperar quase R$ 7 mil após golpe financeiro em Caraíbas

Brumado: Família vive momentos de terror durante assalto na próximo a comunidade da Moenda

Bahia registra cerca de 200 mil raios em seis dias e temporais causam transtornos em diversas regiões

Fevereiro Roxo/Laranja - Reumatologistas da Clínica Mais Vida alertam para Lúpus e a importância do diagnóstico precoce

Brumado: Mulher alterada invade padaria, agride gerente e quebra produtos do estabelecimento

Brumado: Polícia Militar encerra briga entre vizinhos e conduz envolvidos à delegacia


Brasil: Classe média compra mais no atacado para fugir da inflação

Foto: Luciano Santos l 97NEWS

Lojas com ar-condicionado, bem iluminadas, com pé-direito alto, espaço para adega, fatiamento de frios, açougue e cafeteria. "Luxos" tão comuns aos super e hipermercados começam a fazer parte de atacarejos -- um espaço de vendas tradicionalmente espartano, em que empilhadeiras de pallets dividem espaço com os clientes nos corredores. Pressionadas por uma inflação galopante -- o IPCA chegou a 11,30% no acumulado de 12 meses até março --, as famílias de maior renda passaram a frequentar mais esse tipo de espaço em busca de preços 15% mais baixos baixos, em média. Segundo pesquisas, no mercado brasileiro de atacarejo (que movimentou cerca de R$ 200 bilhões no ano passado, alta de 25% na comparação anual), as famílias de classes A e B representam 34% do público. No varejo alimentar em geral, A e B somam 28%. Atualmente, 2 a cada 3 lares (66%) no Brasil fazem compras em atacarejos. Em 2017, eram 59%. A média de visitas é de uma vez e meia por mês, ou seja, o público faz uma compra de abastecimento e em parte das vezes volta para fazer uma compra de reposição.



Comentários

    Nenhum comentário, seja o primeiro a enviar.

Deixe seu comentário