ÚLTIMAS NOTÍCIAS:

Brumado: Confusão no Mercado Municipal termina com mulher conduzida à delegacia após agressões

Suspeito morre após confronto com a CIPE Sudoeste em Livramento de Nossa Senhora

Morador de Brumado ganha R$ 10 mil no sorteio de fevereiro da Nota Premiada Bahia

Motocicleta com placa adulterada é apreendida próximo à Feira Livre de Brumado

Fibromialgia - especialistas esclarecem o que você precisa saber para diagnóstico precoce

Ciretran de Brumado discute parceria entre Detran-BA e SEAP para ampliar ações de ressocialização

Multas de trânsito podem ser parceladas? Entenda caminhos disponíveis aos condutores

Golpistas usam nome do Fórum de Brumado para enganar paróquias e igrejas evangélicas

Polícia Militar age rápido, prende golpista e ajuda idosa a recuperar quase R$ 7 mil após golpe financeiro em Caraíbas

Brumado: Família vive momentos de terror durante assalto na próximo a comunidade da Moenda

Bahia registra cerca de 200 mil raios em seis dias e temporais causam transtornos em diversas regiões

Fevereiro Roxo/Laranja - Reumatologistas da Clínica Mais Vida alertam para Lúpus e a importância do diagnóstico precoce

Brumado: Mulher alterada invade padaria, agride gerente e quebra produtos do estabelecimento


Governo pode usar excesso de arrecadação para corrigir tabela do IR

Foto: Divulgação

Pelo menos uma parte do excesso de arrecadação decorrente da recuperação da economia poderá ser usado para corrigir da tabela do Imposto de Renda Pessoa Física, disse na quinta-feira (7) o ministro da Economia, Paulo Guedes. Ele também prometeu uma nova redução do Imposto de Importação. “Conversamos se corrigimos a tabela do IR agora ou deixamos para primeira ação de novo governo. Não queremos usar toda a alta de arrecadação de uma vez. Vamos devolver apenas parte para não corrermos riscos fiscais”, declarou o ministro durante a conferência virtual. De acordo com o ministro, a equipe econômica também gostaria de usar a melhoria da arrecadação para financiar a renegociação de dívidas do Simples Nacional e a isenção para investidores estrangeiros. Ele, no entanto, disse que a alteração de medidas econômicas pela ala política do governo nem sempre viabilizam essas medidas. “Ficam com a parte boa das medidas e retiram a parte ruim, que é a fonte de recursos. Com isso, acabamos tendo que vetar medidas por bater cabeça no governo”, explicou Guedes.



Comentários

    Nenhum comentário, seja o primeiro a enviar.

Deixe seu comentário