ÚLTIMAS NOTÍCIAS:

Acidente com caminhão deixa um morto em estrada vicinal de Paramirim

Ronda da PM resulta em apreensão de drogas e cumprimento de mandado de prisão em Brumado

Jovem ateia fogo em veículos após briga familiar no centro de Malhada de Pedras

Dois homens são conduzidos à delegacia após abordagem policial em Brumado

Acidente na BA-148 deixa uma pessoa ferida entre Livramento e Rio de Contas

Furto a comércio no centro histórico de Rio de Contas é registrado por câmeras de segurança


Polícia Federal deflagra operação contra desvios de recursos públicos da Educação em Barreiras

Foto: Divulgação l PF

A Polícia Federal deflagrou na manhã desta quinta-feira (18) uma operação contra fraudes em licitações e desvio de recursos públicos destinados à Educação, repassados pela União ao município de Barreiras, no oeste da Bahia. Ao todo, 16 mandados de busca e apreensão foram expedidos para as cidades de Barreiras, São Desidério e Salvador, na Bahia, e para Belo Horizonte, Contagem e Divinópolis, em Minas Gerais. De acordo com a PF, as investigações que deram origem à Operação Kindergarten foram iniciadas no ano de 2020, com base em informações apresentadas pelo Ministério Público Federal, que indicavam a constituição e a contratação fraudulenta de um consórcio formado por empresas, sem estrutura operacional, para a reforma de escolas municipais em Barreiras. Essas reformas ocorriam por meio do Contrato nº 208/2017, firmado pela prefeitura de Barreiras, em decorrência de adesão a uma Ata de Registro de Preços vigente no município de Ilhéus, no sul da Bahia.

 

Foto: Divulgação l PF

Em investigação conjunta da Polícia Federal com o Ministério Público Federal, foi identificada a contratação de outras empresas do ramo de Engenharia, por meio de procedimentos licitatórios fraudulentos, com indícios de superfaturamento, para a elaboração de projetos executivos, reformas e construção de escolas. Nesta quinta-feira, cerca de 80 policiais federais cumprem os 16 mandados de busca e apreensão, que foram expedidos pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região. Ainda de acordo com a PF, os responsáveis pelos crimes investigados responderão pela prática de fraude a licitação, falsidade ideológica, corrupção passiva, corrupção ativa, organização criminosa, crime de responsabilidade e lavagem de dinheiro.  



Comentários

    Nenhum comentário, seja o primeiro a enviar.

Deixe seu comentário