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Hoje é o dia de tirar a prova dos nove

Messi contra a Alemanha. E contra o mundo. Será assim a final da Copa. Nada diferente do que foi até hoje a vida do camisa 10 da Argentina. Nada menos do que isso para superar os compatriotas Maradona e Di Stéfano. O guri magrinho, com cara de tímido e fala baixa, nascido há 27 anos em Rosario, uma espécie de Porto Alegre argentina, terá a missão de conduzir a Argentina para a glória contra uma Alemanha que acabou com o futebol brasileiro no histórico 8 de julho de 2014.

 

Messi já superou Maradona, em gols e em número de jogos pela seleção argentina. Não tem o discurso político de Maradona, mas tem envergadura moral para ser um dos embaixadores da Unicef. Sua imagem é utilizada em diversos programas humanitários da entidade. Mas também ainda falta-lhe conquistar uma Copa do Mundo. A sua grande atuação no Brasil ocorreu em Porto Alegre.

 

A vitória por 3 a 2, no Beira-Rio, um dia depois de ele ter comemorado o seu aniversário na capital gaúcha, mostrou um Messi em toda a sua exuberância. Ao eliminar a Holanda, o atual camisa 10 cumpriu 92 partidas pela seleção. Uma a mais que Don Diego. Logo ele, que anos atrás foi acusado de se "espanholar", por ter saído tão cedo da Argentina, por ter construído uma carreira sólida no Barcelona, por querer jogar lá a vida toda. Mas Messi jamais renegou a Argentina. 



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