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Brumadense adquire 'intolerância química' após inalar pelo de cachorro; custo do tratamento é alto

Foto: Luciano Santos l 97NEWS

Sintomas como dores de cabeça, ânsia de vômito e mal estar, esses são os problemas que a diarista de 44 anos vem sofrendo diante de fortes cheiro de perfume ou contato com outros produtos que possuem cheiro. Diagnosticada com intolerância química a certos odores desde setembro do ano passado, a brumadense Dinorá Dias Barbosa, luta dia a dia para poder combater a doença e pagar o tratamento que ainda é muito caro. Em entrevista ao 97NEWS, Dinorá disse que adquiriu a doença após inalar pelo de cachorro. "Eu tinha um cachorrinho de estimação, quando comecei a sentir os sintomas, a médica pediu alguns exames e foi constatado que um pelo de cachorro causou uma infecção no meu cérebro", conta a diarista relatando que o corpo estranho causou sequelas e a deixou com a intolerância. Segundo estudos médicos, essa sensibilidade pode ser atribuída a uma incapacidade do indivíduo de se acostumar com certos aromas. Normalmente, quando entramos em um ambiente, a percepção do cheiro do lugar vai diminuindo com o tempo até que paramos de percebê-lo. Porém, se uma pessoa tem intolerância química, esse odor parece sempre estar presente. Dinorá conta que após o diagnóstico ficou impossibilitada de ajudar seu marido na renda familiar. "Meu marido trabalha, mas com o salário que ele ganha, eu pago o tratamento, que é caro. Além disso os remédios são todos comprados. Para se ter uma ideia, a vacina que eu tomo custa em torno de R$ 405, sem contar com as outras medicações", relata. 

Foto: Luciano Santos l 97NEWS

Ela ainda conta que o tratamento é lento, e pode chegar à cinco anos. "Eu tenho que realizar a consulta a cada três meses com a médica, e cada visita a especialista custa R$ 500, meu marido está tomando dinheiro emprestado para poder pagar". Conforme Dinorá, o tratamento vai além de remédios, como por exemplo, sua higiene pessoal tem que ser feita com produtos especializados, que também tem um custo muito elevado e não se encontra em qualquer lugar. "Tenho que usar sabonetes, shampoos, antitranspirantes e até os remédios não podem conter cheiros", afirma a diarista. Muito emocionada, ela também conta que até os filhos, que hoje já casados, quando vai visitá-la, ficam impedidos de usar qualquer produto com cheiro. "Meus filhos ficam com muita pena de mim, mas eles também não podem ajudar muito, tem suas esposas e seus filhos". Em busca de ajuda dos poderes públicos, Dinorá disse que já procurou o Ministério Público, Defensoria Pública, Dires, Secretaria Municipal de Saúde e, mesmo assim não conseguiu ao menos a medicação. "Fui em todos esses órgãos, mas em nenhum deles consegui ajuda para o meu tratamento". Apelando para uma ajuda da população, Dinorá Dias disse que resolveu expor sua doença, para conseguir ajuda em seu tratamento. "Esse meu apelo é para ao menos conseguir a vacina que é aplicada a cada 45 dias", disse ao 97NEWS. Para doar qualquer quantia para Dinorá, basta ligar no 77 9.9906-6337.



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