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Copa quase começa com tragédia na abertura

Uma suposta falha no esquema de segurança no dia da abertura da Copa, na Arena Corinthians, em Itaquera, Zona Leste de São Paulo, quase levou um atirador de elite da polícia a matar um PM. No dia 12 de junho, um sniper (atirador) do Grupo Especial de Resgate (GER) da Polícia Civil avistou, durante o jogo entre Brasil e Croácia, um suposto intruso na área restrita onde estavam a presidente Dilma Rousseff, chefes de Estado e autoridades da Fifa. A informação é do jornal "Folha de S. Paulo".

 

O homem vestia um uniforme do Gate (Grupo de Ações Táticas) da Polícia Militar, um dos grupos de elite da corporação. A suspeita era de que se tratasse de um criminoso disfarçado de policial. Após o atirador de elite avisar os superiores, ele ouviu como resposta, minutos depois, que não havia PM do Gate na área restrita. O atirador pediu autorização para fazer o disparo fatal, segundo a "Folha de S. Paulo". O comando pediu que o atirador esperasse.

 

Após análise das imagens na sala de monitoramento, o suspeito foi reconhecido como um policial do Gate, que se retirou da área restrita.

Ainda de acordo com a publicação, o episódio levou o secretário da Segurança, Fernando Grella Vieira, a pedir relatórios tanto para a Polícia Civil quando para o comando da PM. A Civil diz que o PM invadiu a área restrita. Já a PM alega que ele tinha autorização para entrar porque apurava uma suspeita de bomba.

 

​Procurada pelo GLOBO na manhã desta sexta-feira, a Secretaria da Segurança Pública confirma o ocorrido, mas não dá detalhes e responde apenas que "houve um erro de comunicação que foi rapidamente sanado, sem maiores consequências".



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