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Governo baiano recorre ao presidente e pede R$ 61 milhões para custear policlínicas; Brumado continua fora do projeto

Foto: Luciano Santos l 97NEWS

Após a construção de oito policlínicas regionais de saúde, o governador Rui Costa exaltou o modelo de financiamento escolhido para elas. São 60% de custeio para os municípios e 40% para o estado. Assim, não seria necessária a entrada de recursos federais no circuito. Evitaria que o governo do estado passasse o pires para a União e também seria uma mostra de que a gestão de Rui conseguiria, de forma independente, garantir o sucesso de uma das principais iniciativas do primeiro governo. No entanto, o governo baiano acabou se rendendo à União no quesito policlínicas. Em uma resolução aprovada pela Comissão Intergestores da Bahia, formada pela Sesab e pelo Conselho Estadual dos Secretários Municipais de Saúde da Bahia (Cosems), o estado pediu ao governo federal o valor anual de R$ 61 milhões para custear as policlínicas de Alagoinhas, Feira de Santana, Guanambi, Irecê, Jequié, Santo Antônio de Jesus, Teixeira de Freitas e Valença. Ou seja, o que vem confirmar que o município de Brumado vai ficar sem a tão sonhada Policlínica. O montante solicitado foi no teto financeiro, ou seja, o valor mais alto, para Média e Alta Complexidade (MAC) do estado. Cabe ao governo federal definir se fará, ou não, o aporte pedido pela Bahia. Vale lembrar que a resolução foi feita em 8 de dezembro, na gestão do ex-presidente Michel Temer. Como a quantia ainda não foi liberada, caberá ao governo de Jair Bolsonaro, ao qual Rui faz oposição, definir se dará a ajuda financeira. A resolução não estabelece como seria feito esse repasse, se por convênio ou uma nova linha de custeio, por exemplo. O modelo atual de financiamento das policlínicas funciona assim, o custeio das unidades é feito da seguinte forma: o consórcio contempla o governo do Estado financiando 40%, enquanto os 60% restantes são divididos proporcionalmente, de acordo com a população de cada município. Caso não haja pagamento por parte de alguma cidade, o governo estadual faz um corte na cota do devedor no ICMS, como forma de quitar as despesas daquele mês.



Comentários

  • Edvaldo Borges de Oliveira

    "Boa noite mais uma vez este Ruim bosta deixando Brumado de fora isso e uma vegonha"

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