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Vaquejadas, a polêmica que não acaba, em novo capítulo

aquejada (Foto: Blog Dinomar Miranda)

Semana que vem, o deputado Eduardo Salles (PP) vai reunir na Assembleia vaqueiros de toda a Bahia para discutir as formas de encaminhamento da luta contra a Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) que o procurador da República, Rodrigo Janot, moveu contra as leis de Bahia, Pernambuco e Ceará que regulamentam a prática. Eduardo é o autor da lei baiana: – A lei é das mais racionais que temos, com o pleno respeito aos animais. A iniciativa de Janot carimba o discurso dos contra. Eles dizem que tradições como brigas de galo, guerra de espadas e vaquejadas são primitivas, porque maltratam animais e gente, derramam sangue. Ok. Mas também é primitivo matar animais para comer. E Janot é um mineiro com pinta de gaúcho que também degusta churrasco. Se ele investigasse a trajetória da carne dos açougues, como faz nos processos criminais, veria que o ponto de partida é sempre um ato violento contra a vida. E matar o boi para comer não é violência?



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