ÚLTIMAS NOTÍCIAS:

MPBA firma acordo com Prefeitura de Brumado para regularizar serviço de hemodiálise da Clinefro

Caminhão irregular é interceptado e recuperado em Brumado

Suspeito de feminicídio em Maetinga é encontrado vivo após simular suicídio; aponta investigação da Polícia

Brumado entra na rota do maior gasoduto em construção na Bahia e reforça vocação industrial

Polícia Militar prende suspeito de matar o próprio irmão horas após o crime em Brumado

TCM determina suspensão de licitação da Prefeitura de Aracatu após denúncia de irregularidades

Brumado: Discussão entre irmãos termina com jovem de 22 anos morto a tiros na Vila Presidente Vargas

Lula envia projeto que prevê fim da escala 6x1 e jornada de 40 horas

Rio do Antônio: Polícia age rápido e localiza suspeitos de espancar homem em estabelecimento comercial

Mulher é presa após esfaquear homem no centro de Tanhaçu

Caminhoneiro de Malhada de Pedras é sequestrado por quadrilha armada e tem carreta roubada no oeste da Bahia

Briga em bar termina com homem ferido e três pessoas presas em Rio do Antônio


Operação no Oeste baiano desarticula quadrilha que causou prejuízo de R$ 45 milhões

Foto: Divulgação

A Secretaria Estadual da Fazenda (Sefaz) realizou nesta terça-feira (3), em Barreiras, oeste baiano, a operação Grãos do Oeste e desarticulou um esquema de sonegação fiscal e falsidade ideológica responsável por causar um prejuízo de R$ 45 milhões aos cofres públicos. O esquema envolvia, ainda, a prática de fraude eletrônica, com o uso de crackers para violar contas de clientes do Banco do Brasil cujo dinheiro era desviado para pagamento de tributos, entre outras finalidades. Foram cumpridos até o momento dois mandados de prisão, de Marcos dos Santos Veloso e Thiago Felipe Alves Veloso, pai e filho, na cidade de Luís Eduardo Magalhães, e os presos serão levados para Barreiras. As empresas vendiam por atacado cereais e leguminosas e também trabalhavam com algodão. A operação é fruto de uma ação penal pública do Ministério Público, contra nove pessoas. O grupo atuava através de empresas fraudulentas, estruturadas em um esquema de falsidade ideológica, formação de quadrilha e sonegação fiscal, falsificando notas fiscais em nome de empresas de terceiros. A quadrilha também cometia crimes cibernéticos e com acesso às contas dos clientes do BB0, os crackers realizaram transações fraudulentas, tais como transferências bancárias, pagamento de boletos, quitação de tributos e emissão de DOC/TED, o que configura a fraude eletrônica.



Comentários

    Nenhum comentário, seja o primeiro a enviar.

Deixe seu comentário