Tragédia na BR-251: ônibus que saiu de Campinas (SP) bate em carreta e deixa oito mortos no Norte de Minas

Foto: Reprodução l Rede Social

Um grave acidente registrado na madrugada deste domingo (25) na BR-251, em Santa Cruz de Salinas, no Norte de Minas Gerais, terminou em tragédia e deixou pelo menos oito pessoas mortas, entre elas três crianças. A colisão envolveu um ônibus interestadual da empresa Andreatur Transportes e Serviços Ltda. e uma carreta. De acordo com informações, quatro passageiros haviam embarcado na cidade de Campinas, no interior de São Paulo. O ônibus seguia viagem pela rodovia quando ocorreu a batida, em um trecho conhecido pelo histórico de acidentes graves. Equipes do Corpo de Bombeiros, Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e Polícia Rodoviária Federal (PRF) foram mobilizadas para atender a ocorrência. Com o impacto da colisão, parte do ônibus ficou destruída, causando cenas de desespero entre os passageiros. Segundo as autoridades, oito pessoas morreram ainda no local do acidente. Entre as vítimas fatais estão três crianças. Os corpos foram encaminhados ao Instituto Médico-Legal (IML), em Belo Horizonte, onde passam por exames de identificação. Outras nove pessoas ficaram feridas e foram socorridas para unidades hospitalares da região. Entre os sobreviventes estão: o motorista do ônibus, de 41 anos; um idoso de 72 anos; uma mulher de 61 anos; três homens de 30, 38 e 42 anos; além de uma pessoa de 24 anos. A Polícia Civil de Minas Gerais abriu investigação para esclarecer as causas do acidente. A perícia técnica esteve no local realizando levantamentos que devem ajudar a determinar a dinâmica da colisão. Não está descartada a hipótese de falha mecânica, imprudência ou problemas relacionados às condições da pista. A BR-251 é considerada uma das rodovias mais perigosas de Minas Gerais, principalmente pelo intenso fluxo de veículos de carga e pelas características da estrada, marcada por curvas e trechos de difícil visibilidade. Moradores e motoristas que utilizam a via frequentemente cobram melhorias estruturais e maior fiscalização para reduzir o número de tragédias no trecho.