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Administrador de cemitérios compra EPI por conta própria para se proteger em Brumado

Foto: Luciano Santos l 97NEWS

Diante da crise de saúde que o Mundo vem enfrentando com a pandemia do Coronavírus, o uso dos Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) é crucial para garantir a saúde e a proteção do trabalhador, evitando acidentes de trabalho. Além disso, estes acessórios também são utilizados para garantir que o profissional não seja exposto a doenças. Em Brumado, dois cemitérios são administrados pelo aposentado Américo Brito, o seu "Beco", de 84 anos. Em entrevista ao site 97NEWS, ele afirmou que com o advento da pandemia no município, ele compra do próprio bolso itens como: luvas, álcol em gel e roupas de proteção. "Eu sei que se eu for na prefeitura cobrar, eles vem aqui e me dão, mas eles sabem da obrigação deles, tem que ter o material aqui no cemitério. Eu já comprei mais de cem roupas de proteção do meu bolso, é caro, e chegou um ponto que eu não tenho mais", disse. 

Roupa de proteção individual - Foto: Luciano Santos l 97NEWS

Custando até R$ 110,00 no mercado, o administrador afirma ainda que o acessório sobe todos os dias. "Já fiz um pedido e esta semana chaga mais: luvas, roupas álcool. Eu sei que é obrigação da prefeitura passar esse material, mas não vem nenhum aqui saber como está, como anda e o que precisa o cemitério", cobrou seu Beco. De acordo com o administrador, nos últimos dias, são cerca de cinco ou seis sepultamentos por dia, por conta das mortes causadas pela Covid-19. Na quarta-feira (17), quatro vítimas de coronavírus foram enterradas no cemitério Jardim Santa Inês, localizado às margens da BA-148. Este é o maior cemitério público de Brumado, segundo a administração do local, com a demanda alta, mais EPIs são utilizados. "Meu medo é me contaminar e levar o vírus para casa, minha mulher tem problemas de depressão e minha luta é grande", conta.

 



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