ÚLTIMAS NOTÍCIAS:

Preço do botijão de cozinha nas refinarias aumentou mais de 600% entre 2002 e 2021

Caminhão desgovernado tomba em frente a rodoviária da região e deixa motorista ferido

Tanhaçu: Homem de 38 anos morre após levar choque em freezer

Casos de Covid sobe e Brumado volta a registrar óbito por conta da doença

Guanambi: Retorno das aulas na rede municipal é adiado por causa de casos de Covid-19

PM mata irmã após discussão e é presa pelo próprio marido no RJ

Casos de varíola dos macacos chegam a 76 em todo o país, diz Ministério da Saúde

Negros são a maioria das vítimas de crimes violentos no Brasil, mostra levantamento

Bahia registra 3.480 novos casos de Covid e mais cinco mortes em 24h

Lutando pelo título do Campeonato Brumadense, Magnesita e Vila Nova se enfrentam neste domingo (3)

Anagé: Motociclista de 27 anos fica ferido após acidente na BA-262

Bahia deve registrar poucas chuvas em julho; volume pode ser abaixo dos 80 mm

Jovem morre após perder controle de veículo e bater em árvores na BA-262, próximo à Aracatu

Confira os especialistas da semana na Clínica Mais Vida em Brumado

Brumadense ganha R$ 10 mil em sorteio do Nota Premiada Bahia


Policiais civis protestam contra mudanças propostas na reforma da Previdência

Foto: 97NEWS

Entidades que representam policiais civis vão procurar o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), para falar sobre a reforma da Previdência. “O risco de um policial militar não é diferente do risco de um policial civil”, afirmou o integrante da União dos Policiais do Brasil (UPB), Marcelo Azevedo. Segundo o policial, que também é diretor da Federação Nacional dos Policiais Rodoviários Federais (FenaPRF), no atual texto da previdência, a Lei Complementar nº 51, de 1985, garante “praticamente as mesmas regras, com algumas peculiaridades” para  as categorias de segurança pública, igualando tempo de atividade, contribuição e idade mínima entre militares e civis. Porém, com a reforma, os policiais estaduais e federais são colocados na categoria de trabalho comum. “Todos os países do mundo enxergam que o policial é diferente de um trabalhador comum, pela peculiaridade da nossa atividade”, disse Marcelo.



Comentários

    Nenhum comentário, seja o primeiro a enviar.

Deixe seu comentário