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Ituaçu: Fábrica de cimento é incendiada após suposta `provocação´ do filho de empresário

Imagens registradas por populares, mostram as chamas consumindo parte da estrutura (Foto: Whatsapp l 97NEWS)

A polícia civil de Ituaçu investiga um incêndio criminoso que atingiu na noite de quarta-feira, dia 21, a Fábrica de Cimento Itaguarana S/A. A empresa está fechada a vários meses, após seus funcionários serem demitidos, sem receber seus direitos. Segundo as investigações, ex-funcionários, atearam fogo em madeiras de um galpão velho da fábrica e deixaram um recado aos donos do Grupo Industrial João Santos (GIJS). Recentemente funcionários e ex-funcionários do grupo, teriam sido zombados por Geraldo Santos, filho do dono do Grupo Industrial João Santos (GIJS), que teria curtido o carnaval fazendo chacota da situação de miséria que vem passando os inúmeros colaboradores. “Todos estão com seus salários atrasados e outros tantos ex-colaboradores que foram demitidos e não receberam seus direitos trabalhistas, trabalhadores que com dedicação, desprendimento e honestidade contribuíram decisivamente durante muitos anos de suas vidas na construção do império da família Santos e agora estão sendo tratados com desprezo pelos representantes da empresa, na certeza de que não serão importunados pela justiça”, disse um dos representantes dos ex-funcionários, que não quis se identificar. 

Foto: Reprodução

A chama da polêmica veio a tona, logo após Geraldo Santos, publicar uma foto tirada no carnaval, zombando da situação de miséria que vem passando os inúmeros colaboradores que foram demitidos. Segundo os ex-funcionários, "eles são tratados com desprezo pelos representantes do Grupo, ou seja, fazendo chacota com os juízes, promotores e representantes do ministério público, dando a entender que no Brasil a lei não é para todos". Relatou outro funcionário. Peritos criminais estiveram no local para coletar prova sobre as causas do incêndio. O laudo tem previsão de ficar pronto em 30 dias. A polícia civil de Ituaçu segue o inquérito para tentar descobrir os autores do possível atentado, que mesmo como forma de protesto, os responsáveis poderão responder por crime ao patrimônio.



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