30.Set.2015 - 16:00
 
Cupido97: Pedreiro, poeta e desempregado está em Brumado à procura do grande amor de sua vida
 

O pedreiro e poeta Marcos Victor veio de Ituaçu atrás de um grande amor em Brumado (Foto: Marcos Paulo / 97NEWS)
 

A pauta do 97NEWS é ampla e, nesta abrangência alguns fatos inusitados e, porque não dizer bizarros, acabam figurando, sendo que alguns deles as vezes ganham uma repercussão inimaginável. Na tarde desta quarta-feira (30), mais um desses casos apareceu em nossa redação, aonde o pedreiro Marcos Victor dos Santos, de 43 anos, veio trazer o seu relato para ser veiculado posteriormente. Ele que exerce a função de pedreiro, mas que está desempregado atualmente é natural de Ituaçu e veio a Brumado atrás de um emprego e também de um grande amor, movido pela fama da beleza e dos encantos da mulher brumadense. Ele que também se diz poeta, diz que fica todas as tardes de domingo na praça de Barra da Estiva, mas até agora não foi correspondido, garante ter o coração só para uma mulher, a qual seria tratada por ele como uma rainha. “Mulherada brumadense chegou o homem que vocês estavam esperando, fiel e cheio de amor para dar”, garantiu o pedreiro poeta, que ainda disse que prefera as de pele de índia. Na oportunidade ele informou o seu número de contato (77) 9917-9109 e aproveitou para deixar um poema de sua autoria intitulado “Violenta Paixão”, o qual pode ser conferido abaixo:

Ao te ver a primeira vez eu senti algo profundo tocando dentro de mim,

Sabia que estava sendo dominado intensamente pela força do verdadeiro amor,

E o fogo dos ardentes desejos da paixão.

Sabia meu amor que foi ai que me faltou a doce e suficiente palavra,

Que talvez seja a chave para abrir o teu coração.

Agora fecha os teus olhos,

Reflita e voe nas asas da imaginação da arrebatadora paixão,

E deixa as minhas palavras de amor fluir e penetrar no mais fundo do seu ser.

Adormece suspirando, sonhando nas nuvens delirantes do esplendoroso paraíso da felicidade,

Eu e você, num bailar cósmico e deslumbrante,

Que fará que até os anjos tenha inveja de nós. 

Sei que tenho a chave que abre a fechadura do teu coração,

Mas, como um bom cavalheiro, quero ter a permissão de entrar.