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Alta de combustível deve ter impacto em outros preços

O aumento dos combustíveis deve levar a uma alta de preços em outros segmentos como transportes, alimentação e até mesmo nos serviços, de acordo com economistas. Para eles, a alta determinada para os distribuidores de combustível deverá ser repassada, ainda que parcialmente, ao consumidor. A tendência é que o aumento seja repassado às bombas, chegue ao preço do frete e, com isso, ajude a elevar os preços de produtos que dependem de transporte – como os agrícolas, diz o professor da Escola de Economia da FGV-SP, Samy Dana. Assim, o combustível tem impacto imediato em outros produtos e serviços, diz ele. “Tem o que a gente chama de aumento em cascata. O produto sai do produtor para o distribuidor com frete mais caro; vai de lá para o supermercado mais caro; e vira uma bola de neve. É transferência de custo quase imediata”, afirma. O repasse para produtos e serviços não deve ser integral, no entanto, por conta da concorrência e o ritmo fraco da atividade econômica.

Após semanas de muita expectativa e forte oscilação das ações da Petrobras, a estatal anunciou, ontem à noite, ter aprovado uma política de reajuste de preços para os dois principais combustíveis, além de um aumento imediato para diesel (8%) e gasolina (4%) nas refinarias.

O impacto imediato do reajuste de preços da gasolina na inflação poderá ficar entre 0,08 e 0,10 ponto percentual, calcula o economista André Braz, do Ibre/FGV, se o repasse para o consumidor final ficar em torno de 2% a 2,5%, como calcula a consultoria LCA.

Em Salvador, o preço médio nas bombas, segundo o site da Agência Nacional de Petróleo e Gás (ANP), era de R$ 2,84, até ontem. Com o aumento de 2,5% (R$ 0,071 por litro), o preço médio nos postos deve passar para R$ 2,91. Ou seja, para encher um tanque de 40 litros, o consumidor gastará R$ 116,44, R$ 2,84 a mais do que gastava antes do aumento.

Anteontem, a expectativa do mercado financeiro em torno do reajuste dos combustíveis levou as ações da estatal a subir 6% na bolsa. Depois reduziram a alta. Os papéis com preferência no recebimento de dividendos (PN) fecharam ontem em alta de 2,47% e os ordinários (ON), a 3,33%.

O método de reajuste gerou embates acalorados entre Petrobras e governo nas últimas semanas. De um lado, a presidente da Petrobras, Graça Foster, e sua diretoria; de outro o ministro da Fazenda e presidente do Conselho de Administração da Petrobras, Guido Mantega, e parte dos conselheiros indicados pela União.

A política geral de preços foi divulgada, mas a metodologia de cálculo, não. A reserva pode frustrar o mercado em um primeiro momento, mas foi uma forma que o governo encontrou para não gerar gatilho automático para o reajuste e evitar, por exemplo, corrida de motoristas a postos de gasolina cada vez que houvesse expectativa de aumento.

O reajuste anunciado também ficou abaixo do esperado pelo mercado, que previa entre 5% e 6% para a gasolina e 10% para o diesel. O CBIE calcula que a defasagem esteja em 15% para a gasolina e 20% para o diesel.



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