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Brumado: Expostos ao coronavírus, parte dos entregadores de delivery atuam sem proteção

Foto: Manu Nunes l 97NEWS

A pandemia do novo coronavírus expõe a fragilidade da relação informal entre os entregadores de lanchonetes e restaurantes que estão atuando como delivery em Brumado. Apesar do aumento da demanda pelas entregas, um serviço considerado essencial durante o isolamento social, os profissionais reclamam da falta de assistência. A categoria também pede para ser incluída entre os grupos prioritários na campanha de vacina contra a gripe. A classe também reclama que não receberam equipamentos de prevenção em meio à pandemia. "Trabalho durante a noite, a minha lanchonete não me deu nem luvas e máscaras. Tive que comprar com meu dinheiro", afirma um dos profissionais que trabalha na entrega de lanches e com medo de represálias, preferiu se manter no anonimato. O Ministério Público do Trabalho (MPT) emitiu nota técnica com uma série de medidas a serem tomadas pelas empresas de transporte de mercadorias e de passageiros por plataformas digitais. O documento, elaborado no último dia 19 de março, exige que essas empresas forneçam gratuitamente para o entregador álcool em gel, lavatórios com sabão e papel toalha, espaço e serviço de higienização para os veículos e água potável para o consumo desses profissionais. O entregador de açaí Maurício Leite disse que trabalha por conta própria em sua casa, mas relatou a nossa equipe que desde a pandemia vem tomando todas as medidas de segurança recomendadas pelo Ministério da Saúde (MS). "Trabalha eu e meu irmão durante o dia e a noite, mas sempre usamos máscaras e luvas, e toda vez que vou a um cliente eu mantenho uma distância. De preferencia peço a ele que deposite o dinheiro em uma bolsa na lateral da minha térmica, sempre evitando o contato", disse ao 97NEWS Leite. Sobre os colegas de profissão, ele alertou que muitos estão trabalhando sem os EPI´s, e que a reclamação maior, é o fato das lanchonetes e restaurantes não fornecerem o material. "Sabemos que muitos estão se protegendo, mas vemos muitos amigos ai sem a máscara e luvas. Temos que trabalhar, mas a saúde vale mais que o dinheiro", alertou o motoboy.



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