ÚLTIMAS NOTÍCIAS:

Guajeru: Homem de 40 anos morre após passar a noite ingerindo bebida alcoólica

Gusttavo Lima toma atitude surpreendente ao levar bebida na cara durante show; veja o vídeo

Idoso de 76 anos é encontrado morto dentro de residência na cidade de Guajeru

Feriado de Corpus Christi e São João registrou 16 mortes nas rodovias estaduais, diz PRE

Super reflexo: Mãe salva filho de cair do quarto andar de prédio; veja o vídeo

Brumado: Escolas da rede municipal recebem projeto musical gratuito

Estudantes de engenharia se unem e revitalizam Apae em Brumado

Município de Caetité recebe 'Rota da Independência'

Ministro da Economia estima que preço do gás pode cair 40% em dois anos

Médicos brasileiros operam intestino de feto dentro do útero da mãe

Bandidos roubam R$ 12 mil em joias de salão de beleza em Brumado

Previsão do Tempo: Mínima pode chegar aos 12ºC na madrugada de quarta-feira (26)

Brumado: Prefeito terá que devolver mais de R$ 4 milhões com recursos pessoais

Serviço do Disque-Denúncia passa a ser disponibilizado na internet e permite envio de fotos e vídeos de suspeitos

Caetité: Família oferece recompensa para quem encontrar motorista desaparecido após roubo de veículo

Pai é preso após agredir com arma namorado da filha em Itapetinga

Sob vaias, Banda Calcinha Preta sobe ao palco em show na cidade de Dom Basílio

Livramento de Nossa Senhora: Motociclista morre em acidente na rodovia BA-152

Prefeitura de Brumado celebra termo com a Apae para atendimento especial com pessoas com deficiência

Iphan deseja declarar forró como patrimônio imaterial


Ator que vive político corrupto na TV é condenado a devolver R$ 340 mil

Foto: Reprodução l SBT

Conhecido por interpretar o político corrupto João Plenário no humorístico “A Praça É Nossa“, do SBT, o ator Saulo Pinto Muniz (Saulo Laranjeira), de 62 anos, foi condenado a devolver 341.619,69 reais aos cofres do governo mineiro. A decisão é do Tribunal de Contas do Estado de Minas (TCE/MG) e se deve a recursos recebidos da lei estadual de incentivo à cultura. A prestação de contas ocorreu só 15 anos depois e com recibos que não teriam ligação com o caso. O ator que também é humorista, apresentador de TV e rádio, cantor, narrador e compositor – recebeu em 2001, através do poder público, 100 mil reais, mas o valor a ser ressarcido foi corrigido e acrescido de juros. A quantia se destinava à realização de um projeto de televisão. O TCE condenou o ator de forma unânime, em decisão proferida pela 1ª Câmara na sessão de terça-feirs (26), envolvendo o processo instaurado inicialmente pela Secretaria de Estado da Cultura, em dezembro de 2016, quando o artista prestou contas.



Comentários

    Nenhum comentário, seja o primeiro a enviar.

Deixe seu comentário