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72H de protesto: 'Sociedade não aguenta mais gás de cozinha a R$ 80', dispara diretor da Sindipetro

Foto: Divulgação

Desde ás 0h desta quarta-feira (30) a categoria petroleira realiza uma manifestação de 72h em todo o país. Em Salvador, a manifestação ocorre no bairro do Itaigara, em frente a sede da Petrobras. O diretor de comunicação do sindicato dos petroleiros, Luciomar Machado, lembra que esta não é uma manifestação por questões trabalhistas: “Não é um ato por melhores condições de trabalho nem melhores trabalhos. É uma briga pela sociedade”, afirma. Segundo Luciano, este ato é um afrontamento direto ao presidente da Petrobras e ao governo Temer: “É uma política equivocada: “A política de redução da demanda das refinarias, como a Landufo Alves aqui na Bahia, que já chegou a operar com 96% de carga de produção. Hoje está com 50%. Essa redução gera importação dos derivados. Todo diesel produzido na Bahia era a partir da produção da refinaria. Hoje você é obrigado a importar mais de 20% desse diesel com preço de mercado. Isso vai gerar não só aumento do diesel, mas da gasolina e do gás de cozinha”. 

Os petroleiros entram em greve contra preços do diesel, gasolina e gás de cozinha. Uma das motivações do movimento é acionar a sociedade contra o modelo de política de Parente e do governo Temer, além de pedir a redução do preço do gás de cozinha, do óleo diesel, da gasolina, acabar com as privatizações e defender a Petrobras. “A sociedade não aguenta mais preço do gás de cozinha chegar a R$ 80. A gasolina, em alguns estados, está sendo vendida a R$ 5,50 e R$ 6. Um preço extremamente alto para a sociedade brasileira.” Sobre o presidente da Petrobras, Pedro Parente, a categoria espera que ele seja removido do cargo: “Esperamos que o governo federal demita ele. Sua política é extremamente equivocada. Atende mais os interesses internacionais que os do nosso país. Estamos praticamente doando todo nosso patrimônio à estatais, outras empresas estrangeiras”. “Ele é interessante ao público internacional. Ao brasileiro ele não está trazendo este retorno. Pedimos que ele saia do cenário para que possamos ter uma política para a Petrobras e para o povo brasileiro”.



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