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O HMPMN tem novas reclamações referentes ao atendimento (Foto: Luciano Santos | 97NEWS)

Apesar dos grandes avanços que vêm sendo desenvolvidos no setor de saúde pública, um ponto, que é considerado "nevrálgico", é o atendimento no HMPMN - Hospital Municipal Professor Magalhães Neto. Após o caso de pacientes serem deixados na mesa de operação por um falso comunicado, novas reclamações chegaram à redação do 97NEWS. A primeira delas é da vendedora Cislene Rodrigues Ramos (44), que foi levar, na noite do último sábado (02) a sua filha Mirlane Estefane, a qual estava apresentando um quadro preocupante, com pressão elevado, formigamento nos braços e no rosto e dores no peito. "Eu cheguei aflita e logo fui fazer a ficha e a atendente disse que era para eu ir para a triagem. Como minha filha estava pior, eu entrei logo na sala e pedi pelo amor de Deus para que o atendimento fosse rápido, pois pensei mesmo que era um princípio de infarto, foi aí que eu recebi uma ameaça de uma enfermeira chamada Vanessa, a qual disse que iria chamar a polícia para me levar", relatou. A vendedora continuou a sua narrativa dizendo que "quando eu menos esperei, não foi que a polícia chegou e me levou para a delegacia, só que a enfermeira foi também na mesma viatura e, chegando lá, o delegado logo me liberou, pois compreendeu a minha situação. Acredito que o prefeito e o secretário não tenham conhecimento desses fatos". E finalizou de forma emotiva declarando que "eu fui buscar atendimento para a minha filha e acabei sendo humilhada, pois nunca tinha entrado numa viatura. Sou uma mulher de bem e faço alerta para que outras pessoas não precisem passar pelo que eu passei". 

No período noturno o movimento também é grande (Foto: Luciano Santos | 97NEWS)

O segundo caso aconteceu com a empresária Vanessa Alves de Brito (36), que levou a sua filha na madrugada desta terça-feira (05), já que a mesma estava com uma febre muito alta e não conseguiu atendimento. Ele relatou que "eu cheguei às 03h20m e fui informada que a enfermeira e os médicos estavam na parte de baixo, então, logo pedi ao guarda para que os chamassem, pois minha filha estava com uma febre muito alta, mas infelizmente, eu fiquei uma hora esperando e ninguém veio" e emendou dizendo que "acredito que isso não seja justo, pois pagamos impostos e precisamos de atendimento médico, ainda mais quando é madrugada, como era o meu caso". Entramos em contato com o secretário municipal de Saúde, Claudio Feres, o qual explicou que estava tratando de assuntos da sua pasta em Salvador, mas que pediu para que as denúncias fossem averiguadas e, caso se confirmassem, se abriria uma processo administrativo para que as devidas punições fossem executadas.

O pronto-socorro vem sendo o principal alvo das reclamações (Foto: Luciano Santos | 97NEWS)


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