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Solteiros têm 42% mais chance de desenvolver demência do que casados, conclui estudo

Pesquisa sugere que casamento pode ajudar a proteger contra demência Foto: Getty Images / BBCBrasil.com

Pesquisas anteriores já mostraram que, entre os fatores que contribuem para o aumento do risco de demência, estão: falta de atividade física, hipertensão, obesidade, isolamento social, baixo grau de educação, entre outros. Segundo o novo estudo, há evidências de que pessoas casadas também são mais propensas a interagir socialmente. De acordo com a pesquisa, a interação social ajuda a construir uma reserva cognitiva e a reduzir o risco de desenvolver demência ao longo da vida. "O estudo sugere que a interação social pode ajudar a construir uma reserva cognitiva - uma resiliência mental que permite que as pessoas vivam por mais tempo com uma doença como o Alzheimer antes de apresentar os sintomas", explica Phipps. Os pesquisadores também indicam que o luto pode ter relação direta com o aumento do risco de demência - o estresse provocado pela perda tem um efeito prejudicial sobre os neurônios do hipocampo do cérebro (considerado a sede da memória em nosso cérebro), o que explicaria a incidência maior da doença entre os viúvos. Outra possível explicação é que o surgimento da demência esteja relacionado a aspectos cognitivos - que influenciam o comportamento de cada indivíduo - e traços da personalidade. Segundo o estudo, pessoas com dificuldade de flexibilidade de pensamento ou comunicação - e consequentemente menor reserva cognitiva - podem ser menos propensas a se casar, em sociedades na qual o casamento é considerado norma social. Logo, haveria apenas uma correlação entre os fatores: pessoas que desenvolvem demência também costumam ser solteiras, e as duas condições seriam resultantes de um terceiro fator. Neste sentido, a pesquisa sugere que o risco de pessoas solteiras desenvolverem demência vem possivelmente diminuindo nas novas gerações. "Ficar solteiro tornou-se mais comum. Pode ser que pessoas solteiras nascidas na segunda metade do século 20 tenham menos características cognitivas e de personalidade incomuns", diz trecho do estudo. Já entre os viúvos a incidência se mantém estável ao longo do tempo.



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