ÚLTIMAS NOTÍCIAS:

Zé Carlos de Jonas acompanha visita do governador em Dom Basílio e destaca sua satisfação com anúncio de inauguração da UTI e outras benefícios para Brumado

Mudanças aprovadas no Congresso vão impactar eleitores, candidatos e partidos

Membro da GCM de Brumado participa do XXVII Congresso Nacional de Guardas Municipais realizado no Paraná

Semana da Conciliação se iniciará no dia 20 de novembro

Vereador Elias Piau volta confiante de mais uma viagem a Salvador; Infraestrutura, Esporte e Abastecimento no topo da pauta

Brumado: Por falta de abastecimento da Embasa, Central de Marcação quase teve o atendimento prejudicado

Vitória joga bem, mas acaba cedendo o empate contra o Santos

'Nude' de procurador municipal no Whatsapp constrange prefeito de Ibirapitanga

Brasil: Número de mulheres presas é oito vezes maior em 16 anos

Violência: Casal é morto a tiros na tarde de hoje (16) em Vitória da Conquista

Brumado: Queda de sistema suspende cadastro de biometria do TRE e eleitores sofrem em fila

Brumado: Família procura por Edinha que está desaparecida desde a última quinta-feira (12)

TRE garante recadastramento de eleitor em Planalto

Comunicado: Poder Legislativo de Brumado

Pioneirismo: Prefeitura de Brumado desenvolve segunda etapa do rastreamento dos veículos que realizam o Transporte Escolar

Tragédia na Lapa: Pai e filho morrem afogados durante banho no Rio São Francisco

Presidente da Câmara de Vereadores de Brumado, Léo Vasconcelos entrega convite de sessão solene a presidente da OAB de Brumado

BA-148: Veículo com placa de Brumado se envolve em acidente com uma S10

Campeonato de Futebol de Itaquaraí 2017: Após intensa disputa, equipe da casa se sagra campeã em disputa de pênaltis

Empresa de Vitória da Conquista dá exemplo e ganha o mercado brasileiro


Joesley diz que Temer era 'o chefe da orcrim' e superior de Cunha; Geddel era mensageiro

Entrevista foi concedida à revista Época | Foto: Reprodução/ Facebook

O sócio da holding J&F (a qual pertence o grupo JBS) Joesley Batista afirmou em entrevista publicada nesta sexta-feira (17) pela revista Época que o presidente Michel Temer “é o chefe da Orcrim [sigla para organização criminosa] da Câmara”.  Temer, Eduardo, Geddel, Henrique [Alves], [Eliseu] Padilha e Moreira [Franco]. É o grupo deles. Quem não está preso está hoje no Planalto. Essa turma é muita perigosa. Não pode brigar com eles", completou. Ele reforçou dizendo que o grupo que eles compõem é "“a maior e mais perigosa organização criminosa do Brasil. Liderada pelo presidente”. O empresário disse ter certeza de que o peemedebista sabia dos supostos pagamentos feitos ao ex-presidente da Câmara e deputado cassado Eduardo Cunha e ao doleiro Lúcio Bolonha Funaro, apontado como seu aliado. "Sem dúvida [Temer sabia dos pagamentos]. Depois que o Eduardo foi preso, mantive a interlocução desses assuntos via Geddel. O presidente sabia de tudo", afirmou. Joesley acrescentou ainda que Temer está acima de Cunha no esquema do qual participam. "A pessoa à qual o Eduardo se referia como seu superior hierárquico sempre foi o Temer”. Segundo o empresário, ele recebia pedidos de Temer. "O Temer não tem muita cerimônia para tratar desse assunto. Não é um cara cerimonioso com dinheiro", classificou. "Acho que ele me via como um empresário que poderia financiar as campanhas dele -e fazer esquemas que renderiam propina". Ele citou um exemplo. "Teve uma vez também que ele me pediu para ver se eu pagava o aluguel do escritório dele na praça [Panamericana, em São Paulo]", contou. Joesley afirma que não atendeu à solicitação. Na “organização” apontada pelo sócio da J&F, o ex-ministro Geddel Vieira Lima desempenhava um papel de mensageiro. "E toda hora o mensageiro do presidente me procurando para garantir que eu estava mantendo esse sistema", afirmou, acrescentando posteriormente: "Geddel [era o mensageiro]. De 15 em 15 dias era uma agonia terrível. Sempre querendo saber se estava tudo certo, se ia ter delação, se eu estava cuidando dos dois. O presidente estava preocupado. Quem estava incumbido de manter Eduardo e Lúcio calmos era eu", detalhou. Como já havia dito na delação da JBS, ele perdeu o contato após Geddel deixar a Secretaria de Governo. "Eu informava o presidente por meio do Geddel. E ele sabia que eu estava pagando o Lúcio e o Eduardo. Quando o Geddel caiu, deixei de ter interlocução com o Planalto por um tempo. Até por precaução". Segundo Joesley, além de Temer, Cunha e Funaro também faziam pedidos. No caso deles, as solicitações eram variadas – em uma das situações, Cunha teria pedido R$ 5 milhões para evitar a abertura de uma CPI que atingiria a JBS. O empresário afirma que não fez o pagamento. Os pedidos teriam continuado mesmo após a prisão do parlamentar, em outubro do ano passado. Joesley voltou ao Brasil no último domingo (11) para prestar esclarecimentos à Procuradoria Geral da República (PGR) – em comunicado, ele afirmou que estava na China, não nos Estados Unidos.



Comentários

    Nenhum comentário, seja o primeiro a enviar.

Deixe seu comentário