ÚLTIMAS NOTÍCIAS:

Barra do Choça: Ônibus da Novo Horizonte cai em ribanceira; Motorista evitou uma tragédia

SP: Justiça autoriza transfusão de sangue em recém-nascido de família Testemunha de Jeová

Zé Carlos de Jonas participa do lançamento do Projeto ‘Mutirão das Cirurgias Eletivas 2018’

Brumado: Motociclista fica ferido em colisão próximo ao SAC

Nota de Esclarecimento | Ermony Ataíde Gomes

Promoção 'Quinta Maluca' do Rey do Dellivery ainda melhor

Rio do Antônio: ‘Alex de Deca’ tem mandato extinto; vereadora foi empossada em seu lugar

Bahia: Projeto obriga Coelba a deixar toda fiação do estado subterrânea

Vereadora Lia Teixeira acompanha o início dos serviços de recuperação da estrada que liga Cristalândia a Umburanas

Caetité: Carreta carregada com bois tomba na BR-030; vários animais morreram

Quartzolar a primeira do Norte e Nordeste no ramo de argamassa e rejunte a ser certificada pelo ISO 9001/2015

Lek declara apoio às pré-candidaturas de Márcio Moreira e ‘Manelão’

Após desapropriação de terreno ao lado do IFBA, prefeitura abre licitação para construção de muro

Prefeitura de Dom Basílio negocia dívida deixada por ex-gestores; o valor chega aos R$ 7 milhões

1º de Maio dos Mineradores

Polícia invade velório para destravar celular com digitais do defunto

Consumidor: Descubra por quanto tempo seu nome fica no SPC ou Serasa

Urologia é no Centro Médico São Gabriel com Dr. Ricardo Ferraz

Brumado: Estudantes dos Cursos de Logística e Contabilidade do CEEP realizam visita técnica

Vitória e Corinthians empatam no Barradão pela partida de ida das oitavas-de-final Copa do Brasil


Dia Do Meio Ambiente: Qual futuro queremos?

(Iustração)

A preocupação com os limites ambientais é funtamental para a preservação e continuidade dos ecossistemas do planeta. Mas para que isso aconteça é preciso que as pessoas compreendam as consequências que há para a humanidade quando extraem os recursos naturais sob o risco de ultrapassar o seu limite.  A superexploração continuada é um fenômeno presente em diversas regiões do mundo, acabando com reservas naturais de água, florestas, minerais. As consequências disso são imensuráveis e tendem a gerar um prejuízo irreparável para a população, principalmente por se tratar de recursos finitos e que cada vez mais estão ficando escassos. Exemplos de tendências inexoráveis incluem as mudanças climáticas, a destruição do ozônio atmosférico, a acidificação oceânica, interferências no ciclo do fósforo e do nitrogênio, perda da biodiversidade, impossibilidades para o uso do solo e da água e a poluição química. Tudo isso com efeito direto e constante sobre a qualidade de vida da população. O crescimento do consumo energético ao longo da evolução estrutural das comunidades urbanas trouxe à tona o debate sobre as considerações significativas acerca da capacidade adaptativa da atmosfera e sobre o suprimento das demandas individuais e de cada país.  Pois durante muito tempo houve uma preocupação apenas com a produção econômica, sem os devidos cuidados e atenção com a preservação ou resiliência dos recursos naturais. Além disso, o desenvolvimento econômico também não foi reflexo de progresso social, ou seja, os benefícios do crescimento econômico, em sua grande parte, não foram compartilhados com os mais pobres. Por isso é preciso haver uma combinação entre os limites máximos planetários e os limites mínimos sociais, ou seja, um teto ambiental e um piso social. Hoje em dia, o conceito de desenvolvimento econômico deve ser concebido a partir do bem-estar humano sustentável, mas o que acontece é justamente o contrário. Os países ricos são os que consomem a maior quantidade da energia mundial e não estão preocupados em assegurar a resiliência desses recursos energéticos finitos. Quanto ao consumo populacional, a minoria rica mundial se apropria de quase 80% dos recursos naturais utilizados no planeta. Sendo assim, é necessário um reequilíbrio na demanda para que haja um equilíbrio na disponibilidade produtiva e um desenvolvimento econômico preocupado com o declínio ecológico e a disparidade social. Os países precisam investir em energias renováveis, na implementação de tecnologias que otimizem o uso da água, do solo e do ar, na aplicação de leis ambientais mais rígidas e na fiscalização do seu cumprimento e realização de campanhas de conscientização da população para o uso dos recursos naturais. Está cada vez mais caro e difícil o acesso aos recursos não renováveis. Portanto, ou há uma grande mobilização mundial para que essa realidade comece a ser modificada ou as populações futuras sofrerão as conseqüências da nossa atual superexploração.  O debate sobre essas questões traz o empoderamento das pessoas para que cobrem alternativas possíveis dos formuladores de políticas públicas, fornecendo e disponibilizando um painel de controle mais amplo para que possamos prosperar num espaço social seguro e justo.   


Danillo Assunção é coordenador geral do Sindae,secretário de Meio Ambiente da CUT-BA, especialista em Comunicação (UFBA),Graduando em Engenharia Sanitária e Ambiental (UFBA).

 



Comentários

    Nenhum comentário, seja o primeiro a enviar.

Deixe seu comentário