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México registra tremor de magnitude 7,1 no aniversário do terremoto devastador de 1985

Moradores removem destroços de edifício danificado após terremoto atingir a Cidade do México nesta terça-feira, 19 de setembro de 2017 (Foto: Alfredo Estrella/AFP)

Um forte tremor foi sentido no México na tarde desta terça-feira (19). O Serviço Geológico dos EUA (USGS) detectou um terremoto de magnitude 7,1 com epicentro perto da cidade de Izucar de Matamoros, que fica ao sul da capital mexicana, às 15h14 (hora de Brasília). O abalo ocorreu exatamente 32 anos depois do grande terremoto mexicano de 19 de setembro de 1985, que matou dezenas de milhares de pessoas. Por conta dessa data, antes do abalo verdadeiro desta tarde, a Secretaria de Proteção Civil mexicana realizou, pela manhã, uma simulação de um terremoto de magnitude 8.0, com epicentro em Guerrero. O exercício teve início às 11 horas (13 horas em Brasília), pouco mais de duas horas antes do terremoto real, e marcou o aniversário do tremor de 1985. O presidente mexicano Enrique Peña Nieto, que estava em Nova York para a Assembleia Geral da ONU, decidiu imediatamente voltar a seu país. Nas redes sociais, começam a aparecer danos na Cidade do México e em outras localidades, citando quedas de edificações.



Trump vai à ONU e ameaça 'destruir totalmente' Coreia do Norte

O presidente do EUA ainda pediu para que a ONU tome

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta manhã, em discurso na Assembleia Geral da ONU, que o líder do regime na Coreia do Norte, Kim Jong Un, está em uma "missão suicida". Trump chamou novamente Kim Jong Un de "homem foguete", em alusão a uma série de mísseis lançados pela Coreia do Norte. Trump também afirmou que os EUA não terão outra escolha que não "destruir totalmente" a Coreia do Norte, caso sejam obrigados a defender a si ou a seus aliados da ameaça nuclear. "Os EUA estão prontos e dispostos a tomar ações militares contra a Coreia do Norte, mas espero que isso não seja necessário", disse o presidente americano. Ele ainda pediu para que a ONU tome "medidas drásticas" para impedir a continuidade do programa nuclear norte-coreano. "É para isto que a ONU serve. Vamos ver do que ela é capaz", declarou.



Explosão em metrô de Londres deixa feridos; Polícia trata incidente como terrorismo

Foto: Reprodução l R7

A Polícia de Londres e serviços de emergência foram deslocados para o entorno de uma estação do metrô da Capital Inglesa onde um ‘incidente’ com 18 feridos foi registrado, por volta das 5 horas da manhã (9 horas no horário local) desta sexta-feira (15). Segundo agências de notícias, a Polícia Londrina confirma que se trata de um ataque terrorista. Uma segunda bomba, que não explodiu, foi localizada. Em redes sociais, passageiros relatam ter ouvido uma explosão na estação Parsons Green, na zona oeste da cidade. Também há relatos de passageiros com queimaduras nos rostos. A explosão teria acontecido em um balde colocado dentro de um vagão. Produtos químicos que teriam provocado a explosão estavam dentro de um saco plástico de supermercado. A polícia de Londres confirma o incidente, mas não dá detalhes do que aconteceu.



Se a Moda Pega: Cão é lançado 'candidato' a prefeito no Canadá

O cão Finn (Foto: Paul Daly/The Canadian Press via AP)

O cão Finn, de 5 anos, está fazendo sucesso após seu dono ter lançado sua "candidatura" à prefeitura da cidade de St. John, na província canadense de Newfoundland. Finn, da raça boiadeiro australiano, aparece em uma campanha bem humorada no YouTube que está fazendo sucesso nas redes sociais, confira abaixo: 



Youtuber brasileira tem apartamento destruído após furacão

(Reprodução: Instagram)

O estilo dos posts da brasileira Lorrayne Mavromatis mudou bastante nos últimos dias. A youtuber costuma falar com leveza e glamour sobre o seu estilo de vida na ilha St. Maarten, no Caribe, onde mora. No entanto, as últimas publicações da fotógrafa mostram seu apartamento e região devastados pelo furacão Irma. "Perdemos tudo. Não sobrou nada. Nosso prédio foi devastado. Não temos mais nada. Nosso prédio foi um dos mais devastados da ilha e apesar de termos perdido tudo, estamos vivos. E isso não tem preço. Ainda estamos no abrigo. Sem água. Sem internet (de vez em quando capto sinal 1g). Sim, os estudantes terão que ser evacuados, pois a ilha está completamente destruída", escreveu na sexta-feira, 8. Neste sábado, 9, a youtuber voltou atualizar as redes sociais. Ela afirmou que está em contato com a embaixada brasileira para tentar sair da ilha e fugir do fenômeno José -mais um furacão que deve chegar em breve ao Caribe.  "O furacão José irá passar hoje, e estamos correndo para nos preparar. Estou em contato com o consulado do Itamaraty em Brasília e até o momento, ainda estão avaliando as opções para nos evacuarem. No entanto, com a passagem do novo furacão nada poderá ser feito hoje. Aviões militares dos EUA estão evacuando cidadãos Americanos da ilha toda. Pelo que falaram, são mais de 3 mil. Evacuaram 10 mães com filhos da escola hoje, mas não deixaram os pais irem juntos. Ainda temos comida e água para beber. Enfim, esta é a atualização de agora. Lá vamos nós para mais um furacão, em questão de dias", disse Lorrayne no Instagram.  



Por que é quase impossível um furacão como o Irma atingir o Brasil?

Segundo a Nasa, o furacão Irma é o maior da última década; especialistas dizem que, no Brasil, fenômeno similar é quase impossível (Foto: NASA/Handout via Reuters)

Países caribenhos e pessoas que vivem em algumas regiões da costa leste dos Estados Unidos estão em alerta para a chegada do furacão Irma. A Nasa (agência espacial americana) diz que o fenômeno, que está no mar do Caribe, é o maior registrado na última década. Mas por que, diferentemente desses lugares periodicamente atingidos por fenômenos climáticos similares, o Brasil não precisa se preocupar com isso? Segundo meteorologistas ouvidos pela BBC Brasil, as chances de que isso aconteça por aqui são mínimas - a explicação é que a formação de um furacão depende de uma série de fatores que só foi registrado uma vez no país. "Por enquanto, é quase impossível que um furacão atinja o Brasil, a não ser que as mudanças climáticas também tenham alguma influência", diz Michael Pantera, meteorologista do Centro de Gerenciamento de Emergência de São Paulo. A meteorologista Bianca Lobo, do Climatempo, explicou que um dos principais "combustíveis" para a formação de um furacão são as águas quentes do mar - que precisam estar acima de 27°C. "No Brasil, nós não temos isso. As maiores temperaturas são registradas no mar do Nordeste, onde não passam de 26°C", diz. "A umidade e a água quente do oceano que dão força a um furacão. Quando ele chega à costa, perde força", acrescenta Pantera. Outro fator necessário para a formação de um furacão é o cisalhamento ou tesoura de vento - como são chamadas as mudanças de velocidade ou direção das correntes de ventos. Os especialistas explicam que esse fenômeno é raro nos países localizados na linha do equador, como o Brasil. Meteorologistas afirmam que esse é um fator que também inviabiliza que um tornado formado no Caribe atinja o Brasil, já que ele perderia completamente a força ao se aproximar da linha do equador devido ao efeito de força de coriolis.



O que eram os misteriosos flashes de luz vistos no céu do México durante o terremoto?

As luzes apareceram em diferentes partes do México durante o terremoto (Foto: Reprodução/Twitter/@orlaherrera)


Um terremoto de magnitude 8,2 na escala Richter atingiu o território do México na madrugada desta sexta-feira (8) e acionou alertas de tsunami em vários pontos do litoral do Pacífico. O epicentro foi registrado a 137 km a sudoeste de Tonalá, no Estado de Chiapas, mas o tremor chegou a ser sentido na capital Cidade do México, a centenas de quilômetros dali, onde também foram registradas luzes semelhantes às de uma aurora boreal, segundo relatos de moradores nas redes sociais e reportagens de veículos de imprensa locais, como o conglomerado de mídia Televisa. Mas o que são esses misteriosos clarões de luz? E o que eles têm a ver com o terremoto? Segundo pesquisadores da Universidade de Rutgers, nos Estados Unidos, essas luzes aparecem devido a movimentos em camadas do solo, que geram cargas elétricas enormes quando acontecem perto de falhas geológicas da Terra. São conhecidas como "luzes de terremoto" e são documentadas desde os anos 1600, de acordo com um comunicado da Associação Sismológica dos Estados Unidos. Dois dias antes do terremoto de 1906 em San Francisco, por exemplo, um casal enxergou raios de luz no céu. Em 1998, um globo brilhante de luzes rosa e púrpura foi visto 11 dias antes de um terremoto devastador em Quebec, no Canadá. Pouco antes do sismo de 2009 em L'Aquila, na Itália, transeuntes viram "chamas de luz" saindo dos paralelepípedos no centro histórico da cidade poucos segundos antes do tremor. Câmeras de segurança também registraram raios de luz durante o terremoto de magnitude 8,0 em Pisco, no Peru, em 2007. Vários vídeos publicados no YouTube mostram esferas de luz na época do terremoto seguido de tsunami em Fukushima, no Japão, em 2011. E agora algo parecido está acontecendo no México.

 



WhatsApp: Usuários reclamam de instabilidade no serviço

Foto: Montagem l 97News

O WhatsApp, sistema de mensagens instantâneas popular no Brasil, apresenta instabilidade em diversos lugares do mundo, segundo relatam usuários em redes sociais. De acordo com o site independente Down Detector, usuários nos Estados Unidos, Inglaterra e em parte da Europa reclamam que o aplicativo, que faz parte do império do Facebook, está fora do ar. No Brasil, as primeiras reclamações começaram há cerca de uma hora. Segundo o Down Detector, cerca de 60% dos usuários têm problemas de conexão, enquanto que 32% apontam dificuldades para enviar e receber mensagens. Para 10% dos usuários, o aplicativo sequer realiza login.



Um século: Maior asteroide a cruzar a Terra passará nesta sexta a 7 milhões de km

Foto: NASA/ AFP

Omaior asteroide que se aproximou da Terra em mais de um século passará nesta sexta-feira (31) a uma distância de sete milhões de quilômetros, sem representar nenhum perigo para o nosso planeta, disse a Nasa. Este asteroide, de 4,4 km de diâmetro, chamado Florence, foi descoberto em março de 1981. "É o maior objeto celeste a passar tão perto do nosso planeta dese a descoberta do primeiro asteroide nas proximidades da Terra há mais de um século", afirmou a agência espacial em seu site. "Embora muitos asteroides conhecidos tenham cruzado a Terra a uma distância mais curta do que fará Florence na sexta-feira, 1º de setembro, todos eram menores", assinalou Paul Chodas, responsável do Centro para o Estudo de Objetos Próximos à Terra, dependente da Nasa. Florence não deverá retornar às imediações da Terra até outubro de 2024 e não voltará a passar tão perto de nosso planeta até dentro de 500 anos, afirmou a Nasa. Os cientistas aproveitarão esta passagem para estudar o corpo celeste mais detalhadamente usando poderosos telescópios na Califórnia e em Porto Rico. "As imagens resultantes devem permitir determinar as dimensões exatas do asteroide e também revelar os detalhes de sua superfície com uma precisão de 10 metros", calculou a Nasa. As colisões entre grandes asteroides e a Terra são eventos incomuns. "Aproximadamente a cada 2.000 anos, um meteorito do tamanho de um campo de futebol atinge o planeta, devastando a área de impacto e os arredores", afirmou a agência espacial americana. Sobre os objetos celestes capazes de aniquilar a civilização humana, como o que provocou o fim dos dinossauros há 66 milhões de anos, estes ameaçam a Terra uma vez a cada alguns milhões de anos, acrescentou. Igualmente raro, o meteoro que provocou importantes danos e deixou 1.000 feridos em Chelyabinsk, na Rússia, em fevereiro de 2013, tinha um diâmetro de 15 a 17 metros e uma massa de 7.000 a 10.000 toneladas. Este objeto liberou uma energia estimada de cerca de 30 vezes a potência da bomba de Hiroshima.



Como saber se uma notícia é falsa?

(Imagem: Reprodução)

Jornalistas literalmente “fabricam” notícias. Não acham a notícia por aí. Não publicam uma transcrição da realidade. Por mais que se esforcem, não dão uma cópia da realidade — mas a realidade emoldurada, a realidade realçada, a realidade reconfigurada por ser exposta em uma página ou tela, a realidade retocada pela magia da publicação em si.

Venha de uma molecada da Macedônia querendo ganhar um troco ou de gente de extrema direita que vê conspiração em tudo e quer causar tumulto, a “notícia falsa” virou parte do vocabulário político de hoje. É dificílimo dizer até que ponto o fenômeno das fake news influenciou a eleição presidencial nos Estados Unidos em 2016, mas que a ideia em si causou impacto é patente.

O atual presidente americano, Donald Trump, gosta de aparecer na mídia (como seus antecessores), mas em seu caso a tática normalmente é fazer pronunciamentos inconsequentes e sem nenhum fundamento.

Toda vez que um presidente americano abre a boca, no mundo todo muita gente presta atenção. Se despacha soldados para uma batalha, até muitos americanos que não veem sentido em guerras vão mostrar patriotismo. Se tiver um pólipo maligno removido do cólon (como Ronald Reagan), milhares de pessoas nos dias seguintes vão agendar uma colonoscopia. Se um mandatário pode involuntariamente levar os outros a se submeterem a uma colonoscopia, o que mais pode fazer com seus atos ou palavras? Quando um presidente declara que a grande imprensa é “inimiga do povo americano”, o que ficaria inclinado a pensar um cidadão normalmente ajuizado?

Realidade em primeiro lugar

A função do jornalista é fabricar notícias, assim como a função do pedreiro é construir casas. Os dois ofícios têm regras. A primeira regra para o jornalista comprometido com o trabalho é colocar a realidade em primeiro lugar. Um jornalista responsável não produz notícias falsas, nem notícias exageradas ou notícias corrompidas. Não subordina o relato honesto à coerência ideológica ou ao ativismo político. Não tenta agradar anunciantes ou se ajustar aos interesses comerciais do veículo — nem às preferências do público.

No último século, a tendência dominante na história do jornalismo americano foi a profissionalização de uma equipe de repórteres que apura notícias. O jornalismo é anterior à reportagem, mas da década de 1820 em diante a reportagem passou a ser o centro do jornalismo americano. Na Europa não era assim; alguém observou que, lá, “a reportagem [estava] matando o jornalismo” — ou seja, o relato direto dos acontecimentos do dia estava roubando o foco dos ensaios discursivos sobre teoria, filosofia e em defesa de bandeiras políticas que dominavam grande parte da imprensa europeia. Foi só no século 20 que essa imprensa começou a se valer de técnicas jornalísticas americanas, como a entrevista, e de normas do jornalismo americano que punham a reportagem em primeiro lugar.

Mas será que o modelo americano de jornalismo não nega a verdade de que os supostos “fatos” não passam de opiniões disfarçadas? De que tudo é relativo e só depende de seu ponto de partida? Na primeira aula de filosofia da faculdade, a maioria dos calouros já vai dizendo que “tudo é relativo” e que o que o outro diz “não passa de opinião!” — que não há pesquisa, argumento ou discussão capazes de alterar nossas pré-concepções.

É por isso que são chamados de calouros. Se pararmos para pensar, nenhum desses estudantes realmente crê que tudo é relativo. Se, no meio da aula, um aluno desses sentir uma dor forte e aguda no peito, ele vai ficar preocupado. Suas opções serão perguntar ao professor de filosofia o que fazer, ouvir o conselho do aluno na carteira ao lado ou pedir a outra pessoa que chame o serviço médico de urgência. Qual vai escolher: A, B ou C? C. Vai buscar atendimento médico. A realidade parece estar batendo insistentemente à porta, e o compromisso prematuro com a tese universal de que “tudo é relativo” é rapidamente abandonado. Em questão de segundos, o aluno acredita em fatos, no conhecimento especializado, na formação científica, na experiência clínica. Seja relativista, modernista ou pós-modernista, de esquerda ou de direita, esse aluno vai buscar um médico o mais rápido possível.

Apuradores com reputação

Quando queremos saber o que está acontecendo no mundo nesse ou naquele dia, não ligamos para o 192. Recorremos a apuradores profissionais de notícias que têm reputação de serem confiáveis. Mas como saber que provedores de notícias a nossa volta merecem confiança? Considere a seguinte lista de indicadores de qualidade probatória:

1. Disposição de retratar-se, corrigir e implícita ou explicitamente pedir desculpas por informações equivocadas. O repórter da Time que erroneamente afirmou que o presidente Trump ou seus assessores tinham retirado o busto de Martin Luther King Jr. do Salão Oval da Casa Branca se retratou e corrigiu a matéria em questão de horas. É isso que fazem jornalistas e meios de comunicação responsáveis.

2. Ética profissional, o que inclui: 
– Ser exato. Grafe o nome corretamente. Dê o endereço certo. Não há espaço para “tudo é relativo” aqui. E redija um texto que conta o que aconteceu, não o que você acha sobre o que aconteceu.

– Buscar evidências em contrário. Na apuração, “vá contra suas próprias suposições”, dizem meus colegas da Columbia Journalism School aos alunos.

– Seguir em frente independentemente das consequências políticas. Se for um repórter, e não um propagandista, você seguirá a pista vislumbrada ainda que possa prejudicar a carreira do candidato ou do partido que você (pessoalmente) prefere ou que seu jornal apoia. O New York Times apoiou várias vezes a candidatura de Eliot Spitzer a um cargo eletivo em Nova York, incluindo sua campanha para governador em 2006. Mas foi o jornal quem primeiro expôs o escândalo sexual que levou Spitzer, já governador, a renunciar [o político foi denunciado por usar os serviços de uma rede de prostituição]. O verdadeiro repórter põe uma notícia veraz acima de vantagens partidárias ou de preferências políticas, seja qual for o preço.

3. Jornalistas confiáveis também adotam certos recursos literários identificáveis, como os seguintes:
– Exibir calma e ser declarativo. Nada de histeria.

– Apresentar vários lados ou pontos de vista em uma matéria caso o assunto seja controverso e (diferentemente do “falso equilíbrio”) se os distintos lados tiverem valores diferentes mas não forem divididos pelo reconhecimento de uma evidência científica consensual e pela sua rejeição.

– Identificar suas fontes sempre que possível. E reconhecer as lacunas, incongruências ou insuficiências nos dados que fundamentam sua matéria.

– Usar dados e fontes de dados comumente aceitos e autoridades fiáveis. Se for escrever sobre o número de pessoas que usaram o metrô em Washington no dia da posse de Barack Obama em 2009 e no dia da posse de Donald Trump em 2017 para saber qual foi maior, pergunte ao órgão de trânsito local, que possui essa informação. Se preferir ficar com a palavra do presidente Trump, saiba que você não é jornalista, mas otário. Trump demonstra reiteradamente que aceita dados favoráveis a ele e se nega a reconhecer todos os que não são. Vaidade pessoal não é uma fonte de dados comumente aceita.

– Investigar evidências e pistas que vão contra seu palpite, suas paixões e suas preferências e, quando essa evidência for irrefutável, dê a ela espaço adequado em sua matéria. O trabalho profissional de reportagem não é fácil. É uma atividade ainda jovem— não se pode dizer que exista em sua forma mais plena há muito mais de um século. Não é uma trajetória longa. Mas, em seus melhores momentos, provou ser um pilar de governos democráticos e transparentes e uma pedra no sapato de autocratas mundo afora. A fragilidade econômica dos meios de comunicação hoje é preocupante e, às vezes, leva organizações jornalísticas respeitadas a preferir cliques a consciência — mas jornalistas podem manter (e em geral o fazem) uma feroz lealdade a seus grandes ideais, e essa é uma força da qual seus inimigos não podem escapar. Quando o presidente Trump chamou a grande imprensa de “inimiga do povo”, muitos jornalistas reagiram com um esforço redobrado para cobrá-lo por suas palavras e seus atos. O jornalismo profissional em geral aprende rápido. É um “primeiro rascunho” da história, não a última palavra. Mas é o inimigo do orgulho, da pompa e da ignorância, e, portanto, um bom amigo do povo.

**

Michael Schudson é professor de jornalismo e sociologia (docente associado) na Columbia University. Publicou, entre outros livros, The Rise of the Right to Know (A Escalada do Direito ao Conhecimento) e, com C.W. Anderson e Leonard Downie Jr., The News Media: What Everyone Needs to Know (A Imprensa: O Que Todos Precisam Saber).

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Feliz Dia dos Pais

SER PAI

Ser pai é ser forte
Ser pai é ser nobre 
Ser pai é compreender 
Ser pai é ser você.

Ser pai é ser distinto
Ser pai é ser amigo 
Ser pai é não ter medo 
Ser pai é ser você

Ser pai é majestoso
Ser pai é está presente
Ser pai é assumir
Ser pai é ter você AQUI.
FELIZ DIA DOS PAIS

Ducarmo de Assis



Hiroshima lembra 72 anos da bomba, com apelo ao desarmamento nuclear

Homem reza por vítimas da bomba de Hiroshima durante cerimônia de homenagem no Japão (Foto: Kyodo/via REUTERS )

A cidade japonesa de Hiroshima lembrou neste domingo (6) o 72º aniversário do lançamento da bomba atômica que matou centenas de milhares de pessoas ao final da Segunda Guerra Mundial, com uma cerimônia na qual se apelou ao desarmamento nuclear global. O ato aconteceu no Parque da Paz desta cidade do oeste do Japão, situado perto do ponto central da devastadora explosão nuclear, e começou com um minuto de silêncio às 8h15 (horário local, 20h15 de sábado em Brasília). Essa foi a hora exata na qual o B-29 Enola Gay da Força Aérea dos Estados Unidos lançou no dia 6 agosto de 1945 o Little Boy, nome com o qual o primeiro artefato nuclear da história foi batizado. Após o minuto de silêncio, o prefeito da cidade, Kazumi Matsui, pediu a todos os líderes mundiais que apoiem o tratado adotado por 122 membros das Nações Unidas no começo do mês para proibir as armas nucleares, o primeiro deste tipo a nível global. "É o momento que todos os governos devem lutar para avançar rumo a um mundo livre de armas nucleares", afirmou Matsui, pedindo em particular ao Governo de Japão "que manifeste o pacifismo estabelecido pela sua Constituição e faça todo o possível por facilitar a adoção global do pacto".Tal acordo foi aprovado por quase dois terços dos países membros da ONU, ainda que tenham se mantido à margem todas as potências atômicas e muitos dos seus aliados, Japão entre eles, o que representa uma dúvida para o sucesso da iniciativa.



PF faz operação de combate à pedofilia na Bahia mais 13 estados

Foto: Reprodução Instituto Coaliza

A Polícia Federal cumpre, na manhã desta terça-feira (25), operação contra exploração sexual de crianças e o compartilhamento de pornografia infantil na internet em 51 cidades de vários estados brasileiros, inclusive na Bahia. De acordo com o G1, foram expedidos três mandados de prisão preventiva, 72 de busca e apreensão e dois de condução coercitiva, que é quando a pessoa é leva para prestar depoimento. As ordens judiciais estão sendo cumpridas no Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Goiás, Ceará, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Piauí, Pará e Sergipe. Segundo a PF, a investigação teve como base o monitoramento de um site russo utilizado como uma espécie de “ponto de encontro” de pedófilos do mundo todo.



Facebook vai cobrar do usuário para ler notícias

Foto: Montagem l 97News

Você vive caçando notícias para ler no Facebook? Prepare o bolso porque a empresa vai começar a cobrar dos usuários para ler notícias. A informação, que até pouco tempo atrás era boato, foi confirmada por Campbell Brown, diretora do Facebook. "Uma das coisas que ouvimos (…) de muitos jornais e publicações digitais é: 'Queremos um produto por assinatura — queremos poder ver um paywall no Facebook. E isso é algo que estamos fazendo agora", disse a executiva durante uma conferência em Nova York. A informação é do Olhar Digital.  O novo modelo de consumo vai funcionar com os Instant Articles, ferramenta que leva as notícias para dentro do Facebook em um formato mais suave. Ainda de acordo com o Olhar Digital, a ideia é deixar que os usuários leiam 10 notícias gratuitamente e comecem a pagar a partir daí.  De acordo com Brown, os testes iniciais da novidade serão abertos em outubro, caso haja sucesso nas tentativas, o produto vai funcionar de uma maneira mais expansiva em 2018.



Bizarro: Vodka salva vida de gato que havia ingerido produto tóxico na Austrália

Foto: Reprodução

Já imaginou que a vodka pode salvar vidas? Pois a bebida foi exatamente o que salvou a vida de Tipsy, um gato de Queensland, na Austrália. O animal ingeriu um fluido anticongelante para carros que é tóxico e teve de ser levado ao hospital às pressas. De acordo com a ABC News, o felino foi encontrado perto de uma loja de conveniência no último fim de semana e levado ao hospital animal RSPCA. Chegando lá, os médicos disseram que o animal tinha menos de uma hora de vida. "Uma de nossas enfermeiras tinha uma garrafa de vodca, então nós administramos a bebida a tempo de salvar a vida dele", contou a veterinária Sarah Kanther a ABC News. De acordo com a veterinária, a enzima que metaboliza o anticongelante também metaboliza o álcool na vodca, fazendo com que o produto químico adquira um estado não tóxico. Frequentemente, animais que ingerem esse tipo de produto morrem antes de conseguirem ser socorridos. Agora, Tipsy está se recuperando, mas ainda há um problema: seus donos não foram encontrados. Se o hospital não conseguir localizar os responsáveis, o gato será colocado para adoção.



Foto de macaca 'chorando' ao socorrer filhote inconsciente comove internautas

Foto: Reprodução/Facebook

Um fotógrafo registrou, em uma imagem tocante, o momento em que uma macaca parece chorar ao abraçar um filhote que ficou inconsciente, em Jabalphur, na Índia. O clique, compartilhado por Avinash Lodhi em seu perfil em uma rede social, está comovendo internautas de diferentes países. O fotógrafo conta que viu uma movimentação estranha entre macacos e decidiu se aproximar para fazer fotos. "Decidi me sentar e observar a atividade deles, embora já estivesse perdendo luz (estava escurecendo)", disse ele, segundo o site britânico "The Telegraph". Segundo Lodhi, em um dado momento, o filhote pareceu ficar inconsciente, assustando sua mãe, que ficou visivelmente desesperada. Neste momento, ele congelou a imagem. Logo depois, felizmente, o pequeno macaco acordou. "Esse é um momento raro, principalmente entre os animais", disse ele, que se impressionou com o próprio registro. "Assim que eu vi a imagem fiquei em silêncio por uma hora", completou. No Facebook, onde a fotografia foi postada, internautas ficaram impressionados. "Ótimo registro! Parabéns", escreveu um deles.



Ucrânia: Dancinha sensual na calçada e causa colisão entre carro e moto

Foto: Reprodução l Vídeo

Uma mulher de nome não identificado acabou causando um acidente que quase acabou em morte na Ucrânia. Ela na companhia de uma amiga que filmava tudo, resolveu sensualizar em uma rua do bairro onde elas moram e acabou provocando um sério acidente de trânsito. Na dança chamada de "Twerk" (estilo de dança em que grande parte dos movimentos se concentra nos quadris) começaram a chamar a atenção dos motoristas que passavam na avenida. Mas o que ela não imaginava era que as coisas poderiam sair do controle. A performance da moça foi capaz de provocar uma colisão desastrosa, isso porque o fato dela ficar sensualizando na calçada fez com que muitas pessoas se distraíssem, inclusive, um motociclista e o motorista de uma BMW. Os dois veículos se distrairam com a moça e bateram de frente. A moça não foi identificada, mas ela pode ser responsabilizada pelo acidente de trânsito. As cenas ganharam grande destaque na imprensa internacional e há muitas pessoas julgando a atitude da jovem, que, por conta de sua dança, quase acabou provocando mortes. Após a colisão, a jovem e a amiga cairam no chão, mas isso não foi suficiente para machucá-las. Já o rapaz da moto teria sofrido uma fratura em sua perna. O motorista da BMW passa bem. Veja o vídeo. 



Terceira Guerra Mundial?: Trump ordena ataque à Síria e Putin critica duramente a ação americana

(Imagem: Reprodução)

O ataque surpresa dos Estados Unidos contra a Síria na noite desta quinta-feira (6) já tem levado a especulações de uma nova guerra entre as potências mundiais. Embora o presidente dos EUA, Donald Trump, afirme que o ataque foi motivado pelo "inaceitável uso" de armas químicas por parte do governo sírio, ainda não houve confirmação sobre a autoria das agressões à população civil. O regime sírio acusa terroristas patrocinados pelo ocidente, sobretudo pelos próprios EUA, de serem os responsáveis pelo uso de armamento químico, considerado um crime de guerra. O presidente russo, Vladimir Putin, não demorou a condenar os ataques americanos. Em um duro pronunciamento de seu porta-voz, Dmitry Peskov. Putin considerou que os ataques americanos contra a Síria foram uma agressão contra um Estado soberano e violação das normas do Direito Internacional sob um pretexto fictício. "O presidente Putin acredita que este passo não só não nos aproxima do objetivo final na luta contra terrorismo internacional, como, pelo contrário, cria um obstáculo sério para a criação de uma coalizão internacional para combatê-lo e oferecer uma resistência eficaz a esse mal mundial, que, a propósito, o presidente Trump declarou como uma das suas principais tarefas ainda nos tempos da sua campanha eleitoral", disse Peskov a jornalistas. A quem interessa esse novo conflito mundial? Essa é a grande questão a ser respondida. 



Tremores e forte explosão assustam moradores de Salvador e Ilha de Itaparica

(Foto: Manu Dias | Se)

Moradores de diversas localidades de Salvador e Ilha de Itaparica foram acordados na manhã deste domingo (26), por volta das 7h, por um forte barulho de explosão e tremores de terra. Bairros como Pituba, Federação, Barra, Graça, Santo Antônio, Cabula, Imbuí, Paralela, Politeama, Liberdade, Brotas e Costa Azul registraram o ocorrido. Houve relatos ainda em Lauro de Freitas, na Ilha de Itaparica e em cidades do interior, como Santo Antônio de Jesus e Sapeaçu. Apesar dos diversos relatos em redes socias dos fortes tremores e da explosão, nem a Central de Políciais (Centel) nem o Corpo de Bombeiros ou a Defesa Civil de Salvador tiveram notificações.



Mercedes? Que nada! Ferrari acerta na estratégia, e Vettel vence o GP da Austrália

Britânico larga bem, mantém a ponta, mas fica preso no tráfego após parada nos boxes. Sem triunfar desde 2015, alemão conquista 43ª vitória na carreira. Massa ganha uma posição e termina em sexto (Fot

A Fórmula 1 voltou. Com ela, novos carros, novas regras e um novo vencedor. Contrariando as expectativas de quem dava como certa uma vitória da Mercedes, Sebastian Vettel roubou a cena e, impecável, triunfou no GP da Austrália, a primeira corrida da temporada 2017 de F1, na madrugada deste domingo. Ao pole Lewis Hamilton coube o papel de coadjuvante, com o segundo lugar, seguido pelo companheiro de equipe, Valtteri Bottas, em terceiro. Felipe Massa, que largou em sétimo, superou Romain Grosjean na largada, pulou para sexta colocação e manteve a posição até o final da prova no Circuito de Albert Park. Com o resultado, o tetracampeão, que não subia ao lugar mais alto do pódio desde o GP de Cingapura de 2015, conquista sua 43ª vitória na carreira, sendo a quarta pela Ferrari. A escuderia italiana não liderava o campeonato desde o final de semana do GP da Coreia do Sul em 2012. Mas o triunfo de Vettel teve um significado ainda maior para os fãs da F1, dando indícios de que 2017 pode ser o ano que marca o fim da dominância da Mercedes.